terça-feira, 26 de março de 2013
Quer comprar carros de corrida no Brasil?
No dia que eu acessei, tinha um Aldee cupê (R$ 40 mil), um Aldee Spyder (R$ 39.900), uma Maserati Trofeo (R$ 99 mil), um Omega Stock Paulista (R$ 10.200), alguns fórmulas nacionais (R$ 40 mil pelo F-Chevrolet e pelo F-Ford Minelli, R$ 30 mil pelo F-Vê zero bala [R$ 12 mil se for kit] ) e até mesmo uns Fórmula 1 para opção de importação, começando pelo Footwork (Arrows)-Hart com equipamento de pit completo por R$ 250 mil e chegando no Benetton-Renault com traquitanas de box, starter e jogo de rodas por R$ 430 mil, não incluso frete e IPI. BOSS-GP/BR, alguém?
Também tem alguns turismo envenenados pra endurance (Gol, Peugeot, Ford Ka), e um Fuscão carenado estilo Divisão 3.
Interessou "nas pechincha"? Site da CLASSI RACING!
domingo, 19 de dezembro de 2010
Paguei um Pau: Bia Figueiredo
Hoje, eu assisti o Desafio das Estrelas, mais para saber como se filma uma corrida de kart do que pelo interesse pelo kart em si. Afinal, todos os "kartistas" lá participando eram verdadeiras celebridades do esporte a motor, correndo em categorias como Formula 1, Indy, Truck, FIA GT, Stock Car, e por aí vai. O menos "piloto" lá era o Marcos Pasquim, que só andou de kart.
E tá, lá fui eu assistir a bateria de hoje (A propósito, hoje é meu aniversário =] ), e vejo a Bia Figueiredo largando em décimo-primeiro. E, compenetrado na disputa da ponta entre Barrichello e o espanhol Jaime Alguersuari (Tá escrito certo, né?), nem vi quando a Bia se aproximou e, de repente, estava em oitavo, sétimo, sexto, quinto, e de repente tava fungando no cangote do pelotão da frente, levantando a arquibancada a cada ultrapassagem.
Daí, ela passou Tony Kanaan com certa facilidade, o Alguersuari se atrapalhou todo e caiu lá pra trás, e lá foi ela pressionando o Barrichello. E, a poucas voltas do final, ela PASSA o Barrichello...
E vence a bateria! Não só venceu, mas foi, literalmente, pra galera!
Não só isso, ela conseguiu empatar com outros três pilotos no número de pontos. Lucas di Grassi só levou o título por ter ganho a bateria noturna, que valia mais pontos.
Meu, uma garota como a Bia, que largou de lá do 11º lugar e venceu a corrida, como se estivesse correndo Gran Turismo no Playstation, é muito FODA!
Alguém, por favor, contrate ela, e leve ela pra Formula 1, ela leva o título até com a Virgin! XD PQP, paguei um pau mesmo!
E não é só por ela ser mulher, mas nunca que eu tinha visto uma corrida daquelas. E ela corre na Indy!
Presentão de aniversário ver uma vitória dessas! ^^
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Speed Park - Franca, SP
A pista se chama Speed Park, e prioriza as provas de arrancada, com o restante da pista podendo ser usado para corridas de kart e motovelocidade. A extensão total da pista é de 1400 m.
Mais um Club Track que surgiu sem o menor alarde, comprovando que esta é a melhor maneira de se conseguir construir uma pista de asfalto no Brasil: Sem alarde, só no trabalho de formiga.
Ah, sim, a pista vai sediar uma curiosa corrida de calhambeques (carros feitos até 1936) chamada "Pé na Tábua", nos dias 28, 29 e 30/01/2011.
A pergunta que fica é: Será que a pista teria estrutura para uma corrida de carros de verdade em toda sua extensão, não apenas na reta de arrancada?
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Como o mundo dá voltas...
| 05/06/2010 - 09:23 |
| Penapolenses querem reativar Kartódromo |
| Prefeito João Luís e secretários visitam o local para conhecer projeto e as possibilidades de reativação do espaço |
João Luís foi ao kartódromo para conhecer a nova proposta e verificar as possibilidades do município em apoiar o projeto
Um grupo de penapolenses se mobiliza para reativar, ainda em 2010, a associação de kart (Penápolis Kart Clube). Num passado não muito distante o esporte na cidade foi referência regional com a realização de várias provas envolvendo a categoria. Na última terça-feira, 01, atendendo convite dos idealizadores do projeto de reativação da associação, o prefeito João Luís dos Santos foi ao local para conhecer a nova proposta e verificar as possibilidades do município em apoiar o projeto. Ao lado dos secretários de Obras, Francisco Gomes Garcia; do Desenvolvimento Trabalho e Turismo, Durval Corrêa Leite Neto, o Tuca; e do diretor presidente do Daep, Lourival Rodrigues dos Santos, o prefeito demonstrou interesse, dentro das possibilidades administrativas, em apoiar tal iniciativa. O espaço, localizado na marginal da Rodovia Sargento Arnaldo Covolan, na região da Chácara Recreio Mirage, e denominado “Kartódromo Municipal Elpídio Nory”, encontra-se atualmente “quase” abandonado, embora alguns ainda se arrisquem em usar o local para a prática do wheeling - esporte que visa empinar motos. Mas, se depender de esportistas como Valdir Dias, Rafael Dias, Fernando Castilho, Vagner Bitencourt, Márcio dos Santos, entre outros, os penapolenses e amantes desse esporte não verão, como já foi cogitado, a transformação do local em um "parque" ou uma pista de cooper. Entre as reivindicações estão a mudança do traçado e recuperação da pista (recape), capinação, instalação de uma proteção para separar o público da pista e apoio quando da realização das provas. “Trata-se uma iniciativa louvável, pois o espaço está ai para ser usado. Dentro de nossas possibilidades vamos ajudar”, disse o prefeito, que determinou estudos por parte do Daep e Secretaria de Obras para acompanharem o projeto e verificação de custos. Provas em outubro Viabilizando o projeto, o grupo pretende realizar uma série de provas em outubro, mês de aniversário de Penápolis. Entre as categorias estão: 1) Ferro Velho – Prova com carros antigos e adaptados. Não terá cobrança de inscrições aos participantes; 2) Senior – Prova de carros com motor 4 tempos, mais barato, com pilotos acima de 40 anos; 3) Graduado – pilotos mais preparados e mais jovens Os interessados em acompanhar e conhecer o trabalho da nova equipe frente ao projeto de reativação do Kart em Penápolis, poderão entrar em contato pelo telefone: (18) 3652-0633 ou pelo e-mail: kartpenapolis@hotmail.com. Secom – PMP |
Eu já falei umas duas ou três vezes do estado lamentável que se encontrava o Kartódromo Elpídio Nory, daqui de Penápolis, e eis que um grupo resolve tomar uma iniciativa louvável e entrar com um projeto de reativação não só do Kartódromo, mas também do Penápolis Kart Clube!
Eu estou muito feliz, apesar de em outubro eu não estar mais aqui em Penápolis, assim espero.
Destaque para a categoria "Ferro Velho", que é a síntese do espírito do automobilismo "Chinelão Caipira". Não só o Kartódromo será reativado, mas o kartismo em si será mais acessível! Hurra!
Valdir Dias, Rafael Dias (Acho que conheço esse), Fernando Castilho, Vagner Bitencourt, Márcio dos Santos e companhia limitada, engajada nesse projeto: Deus os abençoe. Do fundo do meu coração. Vocês ressucitarão um esporte que estava morto na cidade.
E, quem sabe, aquela ideia do Autódromo não volte à ativa?
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Kartódromos (2)
Kartódromo de Atibaia - Atibaia, SP
Este fica na cidade de Fátima do Sul, MS
Já este aqui fica em Guapimirim, RJ
E este aqui é o Toca da Coruja, localizado em Bauru, SP. Nunca vi um kartódromo com oval antes.
Daqui a uns dias, eu vou postar uma seção bastante curiosa, tratando-se de autódromos.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Regionais: Catarinense de Velocidade (Na terra)

Santa Catarina pode não ter nenhum autódromo - Ainda - Mas isso não impede os catarinenses de fazer bons pegas. Uma vez que asfalto é meio caro, então deixa o circuito na terra pura, mesmo.
E haja autódromo de terra! Pesquisando por alto, encontrei nove. Devem ter muito mais, inclusive uns particulares. No próximo post, postarei alguns deles.
O que impressiona é o tipo de competição. Não é aquela coisa meio "cross", com direito a lama e tal. As pistas são muito bem niveladas, parecem asfalto .

Outra diferença entre os autódromos de terra para os de asfalto é a ausência quase total de áreas de escape, permitindo assim a presença dos famosos "morrinhos artilheiros" onde, se um carro passar por cima, é capotagem na certa (Capotagens, aliás, são uma presença quase constante em corridas na terra). Isso se dá devido aos traçados serem feitos em patrolas, nivelando a pista, deixando-a mais baixa que o resto da área.

E eu fico me indagando, por que os catarinenses não tiveram sequer um autodromozinho de asfalto chulé até agora? A resposta, talvez, seja o fator preço: Fazer um autódromo de terra sai muito mais barato do que um de asfalto (mesmo que seja um asfalto chulé). E, como as corridas na terra exigem uma tocada de direção que lembra muito o rali de velocidade, muitos consideram as corridas de terra mais emocionantes.

"Drift" de um opala na terra: Até parece rali de velocidade.
E Santa Catarina é o único campeonato de velocidade que possui duas categorias "Stock Car": A dos Omegas e a dos Opalas.

Na verdade, há dois campeonatos chancelados pela Fauesc: O Catarinense de Velocidade e a Taça Santa Catarina.
No Catarinense, encontramos as categorias: Marcas A e Marcas B (Injetados), Marcas N (Carburados), Stock Omega, Stock Opala e Mini Fórmula Tubular (Trocando em miúdos: Kart Gaiolas).

Já na Taça Santa Catarina, só há uma categoria de Stock Car, Mas há também uma categoria de Fuscas e uma Fórmula Tubular, além da Mini Fórmula Tubular e das três subcategorias de Marcas que há no Catarinense.
Fotos: Ingo Hofmann - Barulho de Motor
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Alguns Kartódromos
Seguem-se fotos aleatórias de kartódromos, crédito do Google Earth.
Pra começar, dois kartódromos muito famosos:
Kartódromo Granja Viana - Cotia, SP. Sede de provas de kart muito importantes.
Kartódromo Arena Schincariol - Itu, SP. Aqui se faziam corridas de RD 135, não sei se ainda fazem.
Kartódromo da Praia Brava - Itajaí, SC. Vizinho daqui de Balneário Camboriú.
Este aqui é muito controverso... Segundo dizia o site onde eu peguei a imagem, era um "autódromo". Localizado no bairro Sanga da Toca, na cidade de Ermo, SC, possui só 470 m de comprimento. Só se for autódromo de rádiocontrolados, né?
Kartódromo Elpídio Nory - Penápolis, SP. Já falei dele pelo menos umas duas vezes neste blog. Não preciso comentar mais nada.
Este fica em São José dos Pinhais, PR.
Kartódromo Osternak - Piraquara, PR.
Kartódromo de Eusébio - Eusébio, CE. Nesta cidade fica também o Autódromo Virgílio Távora (Erroneamente dito como localizado em Fortaleza).
E, pra provar que Kart é uma paixão que ultrapassa as fronteiras...
Kartódromo Parque Anauá - Boa Vista, RR. Sim, RORAIMA! Existe esporte a motor na Região Norte!
Mais pistas em breve.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Lá fora: Corridas na Guiana
Pra quem perdeu a aula de geografia, a Guiana fica entre a Venezuela e o Suriname. É um país que fala inglês, com mão inglesa, e que é mais ligado culturalmente ao Caribe do que à América do Sul propriamente dita. E, quem regula o esporte a motor na Guiana é o Guyana Motor Racing and Sports Club (GMR&SC).
O único autódromo da Guiana é um aeroporto desativado, com poucas curvas, a maioria delas de 90 graus, como a antiga pista de pouso que era.

South Dakota Circuit, Timehri, região de Georgetown. O autódromo é só 1/3 de toda a pista, que é usada em sua totalidade apenas nas provas de endurance.
O asfalto na reta é meio segmentado, mas nada que impeça a diversão.
Carros dos Groups 4 (O Mazda na frente) e 3 (Os outros dois). A condição do asfalto é bem visível nesta foto.
As provas de automobilismo, motociclismo e kartismo da Guiana correm no mesmo dia, na mesma pista. As categorias são Turismo (Rookies, Group 2A e Group 2B, Group 3 e Group 4), Motovelocidade (Superbikes e Lightweight) e Kart. Em um só dia, ocorrem até 22 corridas, sendo até três de cada categoria! Prato cheio pra qualquer entusiasta!
Vamos falar um pouco de cada: A Rookies (Que, creio, se chamava Group 1) é a categoria dos novatos, com carros de pouca potência. Seriam o equivalente às corridas de novatos aqui no Brasil.
Já na Group 2A e a Group 2B, correm carros com um certo nível de preparo - Equivalente às nossas categorias de Marcas.
Sim, o prateadinho com faixas laranja é um Lotus.
Por sua vez, Group 3 e Group 4 são como a "Força Livre", onde correm os carros mais potentes.
O carro mais à esquerda é o pace-car, abrindo caminho pro pau comer solto.
Na Superbikes, bem... Correm as superbikes. Como aqui no Brasil.
A Lightweight é uma versão "só asfalto" da Supermoto, onde correm motos de dois tempos e 125 cc. Seria o equivalente às provas semi-profissionais de RD 135.
A largada é como no Motocross. Mudam só os pneus.
E, por sua vez, os karts guianenses são "shifters", ou seja, têm marchas. Usam motores 125cc de motos de cross. Novamente, o equivalente aqui usaria motor RD 135cc, mas desta vez, em karts.
Guiana sedia também uma prova do Internetional Race of Champions, quando correm pilotos e equipes de todo o Caribe. Vêm pilotos até dos EUA, França e Canadá! O Suriname, embora não tenha autódromo (Não que eu saiba), também comparece no evento, com pilotos e máquinas - Grande parte delas, japonesas.
Também possui uma prova de endurance, na qual eles usam a totalidade do circuito (Inclusive a área no meio da floresta), em uma prova de três horas.
E também tem provas de arrancada.
Na lista de pilotos, muitos sobrenomes conhecidos no Brasil, como Mendonça, Menezes, Vieira e Gouveia. E o diretor da prova se chamava Kit Nascimento!
Kit Nascimento, o risonho da direita.
Não me chamem de racista, mas em que outro lugar pode se ver tanto preto correndo de carro? Nem em Angola!
E aqui vai uma "espetadinha" do Snowmeow: Algum brasileiro já foi correr lá ou ver alguma corrida em Guiana? O que acham de uma "Legião Brazuca" pra desafiar os guianenses? (Eles têm um regulamento bem flexível)
Fotos tiradas do site do Guyana Motor Racing & Sports Club.
sábado, 12 de setembro de 2009
O Último Kart no Kartódromo de Penápolis...
Mas, enquanto esse triste fim de Policarpo Quaresma não chega àquele que já foi um dos "points" mais badalados da região no fim-de-semana, praticantes de wheeling vão lá pra empinar suas motos envenenadas - Alguns compram motos de leilão só com essa finalidade - garantindo o barulho e a diversão.
Mas eu estava enganado quando disse que nunca mais houve um kart que corresse lá. Bom, em termos.
Descobri este vídeo do Youtube onde a galera da minha cidade natal fez uma gambiarra, soldando um motor de moto NX 350 Sahara em um kart. E lógico, onde mais seria a "pista de testes"?
Pena que este kart não possa correr em nenhuma categoria (Vá lá, a Formula 200, mas mesmo assim, é muito pesado), e com certeza não foi feito pra outra finalidade senão a diversão.
Talvez seja o último kart a correr pelo Kartódromo Elpídio Nory antes de seu derradeiro destino. Um dia, a prefeitura espantará os wheelers de lá, e transformará uma boa praça esportiva em um... Parquinho.
Que, pelo menos, poupem o traçado. Em respeito aos que lutaram para que ele fosse colocado lá.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Saudades...

Estas fotos marcaram uma época que duvido muito que vá voltar.
Sou nascido em Penápolis, estado de São Paulo (Pra quem não se lembra, é a cidade da Sabrina Sato - Aquela, do Pânico na TV), e vi minha primeira corrida de kart ser a última realizada em um circuito de rua lá. Muita gente, imprensa, muitos karts e kartistas de Penápolis e região e a presença certa do "locutor oficial" do kart de Penápolis, o Souzinha.

Logo depois, o kartódromo Elpídio Nory foi inaugurado, e um campeonato regional, patrocinado pela Colormaq (Fabricante do primeiro "tanquinho" do Brasil), de Araçatuba, foi implantado. Vinham kartistas até do Paraná.

O kartódromo, antes apenas uma pista, começou a receber mais infraestrutura, dado o sucesso perpetrado pelo Penápolis Kart Clube em promover um campeonato tão popular. Ganhou lanchonete, boxes e até uma "torre" de cronometragem.

O kartódromo era chamado pelo Souzinha, ironicamente, de "Inter-poças", uma alusão a "Interlagos", devido às poças de água que se formavam na parte de dentro do Kartódromo em dias de chuva.

O clima era de muita camaradagem, e tinha kartista que emprestava peça pra outro quando faltava alguma peça. Afinal, nem todas as "equipes" tinham um aparato completo, com peças de reserva, e de vez em quando aconteciam imprevistos, tais como pneus furados, escapamentos estourados e carenagens arrebentadas.

Os ídolos locais eram o Beto e Teté Colnaghi (Colnaghi Irrigação), o Marangoni, o Gino Corbucci (Cerâmica Corbucci, de Avanhandava), o Luiz Pirani (Pirani Transportes), o Soares (Pipo Som), o Prego (PP veículos), o Ito (Radio Lux), Hajime e Márcio Saita (Da Saivel, de Birigui) os Maschietto, e o Reinaldo Ortiz, mais conhecido como Nino (NR Lava-rápido). Nino, além de piloto e chefe de sua equipe, era o presidente do Penápolis Kart Clube.

Além deles, muitos outros kartistas corriam, com recursos limitados, mas o que importava era a diversão. Cogitou-se, inclusive, realizar uma corrida de motos RD 135 no kartódromo. Um piloto foi lá fazer um teste, e deu umas voltas em uma moto muito chique, toda carenada. Mas, acho que devido à pista ser demasiado curta e estreita, a empreitada não teve sucesso.

Mas, aí, aconteceu uma tragédia: Reinaldo Ortiz veio a falecer, em um acidente de moto. E, como ele era o "faz-tudo" no Kart Clube (Ele agendava as corridas, comprava os troféus para os vencedores, chamava os kartistas de fora pra correr aqui, etc...), o Kart Clube foi definhando...

Daí, sem kartistas, o Kart Clube ficou paralisado. O primeiro a cair fora foi o zelador. Sem zelador, o Kartódromo tornou-se um "maconhódromo", por se localizar em frente à saída de um bairro de periferia da cidade, onde os maconheiros se escondiam pra fumar seus baseados. Daí, o vandalismo imperou: Detonaram a lanchonete, a casinha do zelador, a torre de cronometragem e até os boxes.

Passaram-se alguns anos, e tentaram reorganizar o Kart Clube, fazendo um novo torneio de kart. Desta vez, era um outra geração que estava lá presente, e eram só kartistas de Penápolis e cidades vizinhas. Mas não havia mais lanchonete, não haviam mais boxes, não havia mais o Nino pra levar o Kart Clube nas costas.

Resultado? Não há mais Kart Clube em Penápolis. Não há mais corridas de kart em Penápolis. O kartódromo Elpídio Nory, abandonado, foi retomado pela prefeitura, e seu destino a longo prazo será a demolição para ser transformado em um parque. Enquanto isso não acontece, a galera do "wheeling" (empinadores de motos) usa a pista nos fins-de-semana.

Em breve, não restará nada do Kartódromo além de imagens como estas: