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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Lá fora: Classe CM



A Classe CM é popular sobretudo na Espanha, em especial nas provas de Subida de Montanha. São carros ultracompactos, um pouquinho de nada maiores que um Midget (Tipo, Stock Jr), mas muito giradores, em especial devido à sua motorização - Motor de superbike - e, devido ao seu peso reduzido (Cerca de 400 Kg), alcançam velocidade e aceleração de arrepiar os cabelos do suvaco.
Até parece que puseram uma casca em cima de um F-Jedi!

Algumas das fábricas que vendem (ou vendiam) carros de corrida da classe CM são: Speed Car, TracKing, Silver Car, Bango Racing Cars (BRC), PRM, Semog, Outeda Racing, dentre outras.

Vamos com a ficha técnica de um dos modelos mais populares, o BRC.

Chassis
Biposto. Fabricado em tubo de aço de seção qadrada reforçado con pranchas de alumínio. Estruturas deformáveis dianteira y laterais. Gaiola de segurança em tubo de aço-carbono de 40x2 mm. com barra transversal.

Dimensões 
Comprimento: 3.500 mm
Largura:1.750 mm
Altura: 1.050 mm
Entre eixos: 2.370 mm
Peso: 420 kgs

Freios
Discos dianteiros de 240 mm
Discos traseiros de 240 mm
Bomba de freio dupla com repartidor de frenagem

Direção
Original BRC de cremalheira

Transmissão
Câmbio sequencial de seis velocidades e marcha a ré. 
Diferencial Autoblocante

Rodas dianteiras
Rodas de aluminio 7x13 polegadas
Rodas traseiras
Rodas de aluminio de 9x13 polegadas

Suspensão dianteira
Duplo triângulo con amortecedor Bilstein regulável em dois níveis
Suspensão  traseira
Duplo triângulo con amortecedor Bilstein regulável em dois níveis

Carroceria
Original BRC de 5 peças con aileron regulável em materiais compostos

Motor
Central transversal, procedente de moto de 1.000 cc. de 150 a 170 cv.

Agora imagine esses diabinhos aqui no Brasil!




Fique com um vídeo desses capetinhas subindo a montanha num berro espetacular!


sábado, 21 de setembro de 2019

Lá Fora: GT 2000 Argentina

E alguém achou que a nação mais automobilística da América do Sul não teria uma categoria de esporte-protótipos? Errou feio, errou rude!

Apresento a GT 2000!

O nome tem vários sentidos: A categoria foi fundada no ano 2000 (Ainda que a primeira corrida de fato tenha sido em 2001), e o motor usado não pode exceder os 2000cc. E "GT" é como eles chamam o esporte-protótipo, ou ao menos, o veículo de rodas cobertas destinado unicamente à competição.

Há duas categorias, a GT1 e a GT2, com uma diferença mínima: A GT1 pode usar suspensão livre, enquanto que a GT2 só pode usar suspensão fabricada na Argentina.
(Vá entender os argentinos...)
E uma categoria de entrada está em processo de concepção, a GT3, que vai ser com apenas um modelo de chassi (Crespi), motor Peugeot 1600cc e caixa de câmbio do Gol AP.

A GT 2000 é  o equivalente às categorias P3 e P4 do Brasileiro de Endurance. A diferença é que as provas de GT 2000 são curtas, coisa de meia hora.Os chassis ta GT 2000 são todos feitos na Argentina, de fábricas como Crespi, ADA, Sergio, Dragón e Bugueiro.
MetalMoro MR18, é você?

Argentinos já trouxeram um esporte-protótipo para correr aqui no Brasil. O Roco esteve nas 4 Horas de Interlagos, prova válida pelo Brasileiro de Endurance. No entantro, era nada mais que um Fórmula 3 com paralamas.
Com sua posição de pilotagem central, o Roco 001 não esconde sua origem, um Ralt RT34 de Fórmula 3.

Seria interessante ver os PW1, os Spirit ou mesmo os Aldee Spyder e Espron em um tira-teima contra os protótipos argentinos.
Está dada minha sugestão.
Fiquem com um vídeo de uma prova de GT 2000.


quarta-feira, 4 de setembro de 2019

[POSSANTE VIRTUAL] Se você quer feito, faça você mesmo! A conversão que eu sempre quis!


Tive que reaprender as manhas da conversão de arquivos pro RFactor, mas valeu a pena!
O mod que eu sempre queria que alguém fizesse/convertesse do Stock Car Extreme, mas ninguém tinha BAGOS para isso!
Eu tive que baixar o Stock Car Extreme, eu tive que usar o script pra liberar os arquivos secretos, eu tive que abrir o MAS, eu tive que fazer tudo para ver este mod, depois de cinco dias de labuta, no meu RFactor...
METALMORO MR18!!!





É um download bem pesadinho, já que se trata de gráficos do Game Stock Car Extreme: 303,8 MB!
Link  generoso:
Mod MetalMoro MR18

domingo, 10 de junho de 2018

Dois-Tempos ainda rugem...

Para quem acha que os motores dois-tempos estão restritos a mobiletes, bicicletas motorizadas e karts, tenho uma velha novidade. Flávio Gomes já está ciente disso desde o ano passado.

Nos EUA, há uma equipe de protótipos dos grupos C e D da SCCA, que possui três carros, todos equipados com motores especiais de dois-tempos, seis cilindros boxer, da marca canadense Kohler.
 A equipe Wynnfurst não faz feio, e o protótipo mais novo, o P1, que é da década de 2000 (Os outros dois da equipe são Lolas da dácada de 70), desenvolve 280 cv a 10500 rpm em um motor de um litro e meio. Praticamente, um motor de moto. E olha, não fazem feio.

O motor é bem simplão, praticamente um protótipo que estava sendo desenvolvido para drones do Exército Americano. Jeff Miller, em visita à fábrica, notou o potencial de tais motores, e perguntou se poderia usá-los em carros de corrida. Desafio aceito, foi a vez de chamar Carl Haas para adaptar os carrinhos ao novo motor.

Mas, como explicar, se imagens explicam melhor que palavras? Seguem fotos!

 O motor boxer, seis cilindros e dois tempos. Parece até um Lego!

 1500cc, 280cv, 10500rpm.

 As duas Lolas dos anos 70.

O P1, o modelo mais recente.

E eles também têm um canal no Youtube: 

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Sim, o Brasil já teve sua "Fórmula Can-Am"...

Depois que os militares proibiram as importações de veículos, na vã tentativa de se erguer uma indústria nacional (Ahã, IBAP que o diga, né?), os automobilistas brasileiros começaram por buscar soluções caseiras para compensar a impossibilidade de se importar Porsches, GT40s e Lolas.

Nascia, assim, a Divisão 4. E muitos talentos mecânicos acabariam se revelando.

Muito prazer, Divisão 4.

Não é promessa, mas eu vou tentar abordar cada fabricante de esporte-protótipo nacional daquelas épocas, então espere muita matéria pirateada de outros blogs e sites por aí.

A Divisão 4 começou como uma verdadeira "Força Livre", valia de tudo. E, lógico, não deu muito certo. Afinal, quem tinha um "Vê Oitão" da Ford ou da Chrysler ou um "Seis-Canecos" da Chevrolet tinha óbvia vantagem sobre quem tinha um motor Volkswagen, por exemplo. Daí, a categoria foi dividida em "A" e "B", uma para motores até dois litros, e outra para motores acima de dois litros. Teve um começo fenomenal, com patrocínio da Caixa (Se não me engano), mas aí, dois anos depois, a Caixa foi patrocinar os pilotos que corriam na Fórmula 1 e era muita categoria pra pouca grana. Resultado, os Divisão 4 perderam o patrocínio oficial, e os carros começaram a minguar, até que a categoria finalmente foi extinta.

Uma dica de cinema para quem quer ver a Divisão 4 em ação, é o filme "Roberto Carlos a 300 Quilômetros por hora. A historinha é meio piegas, mas pode-se ver muitos ícones automotivos da época. O personagem de Roberto Carlos, inclusive, pilota um Avallone-Chrysler A11 na corrida que é o clímax do filme. Dá pra se ver até o Fúria.

Esporte-protótipos só iriam reaparecer em 1993, com um Avallone-Chrysler que, com certeza, chamou a atenção, apesar de não ter tido um bom resultado. Isso despertou a curiosidade a respeito dos carros-esporte. No Ceará, surgiu o Próton, que foi adotado por ninguém menos que Nelson Piquet com motor BMW 2.0 e virou o Espron.

O Próton, antes de virar Espron. Tinha motor e câmbio de Fusca.

O Espron. Motor BMW, mas o câmbio ainda era de Fusca.

Foi a coqueluche. Outros fabricantes de protótipos surgiam.  Almir Donato, que havia transformado seu fora-de-série Aldee GT em um silhouette, criou o Aldee Spyder, talvez o esporte-protótipo mais famoso (E vendido) feito no Brasil. Zeca Giaffone (Me corrijam se eu estiver errado) foi além e colocou um motor Chevrolet V8 de Stock Car em um esporte-protótipo mais "encorpado", fazendo surgir o ZF 01. E muitos outros se seguiram: AS-Vectra, Tango, Tubarão, DIMEP... Até que surgiu a MetalMoro e resolveu fazer um carro-esporte padrão internacional. Tanto é que o construtor do carro foi trabalhar no Reino Unido, onde concebeu o MCR 2000, principal concorrente do Radical em matéria de baixa cilindrada. Mas a MetalMoro tem seu carro de alta cilindrada também, o mais atual é o MR18, que praticamente domina as corridas de Endurance no sul do Brasil .

Com motor Hayabusa V8 3.0 e 480 cv, o MR18 é o bicho-papão das pistas!

E o Ceará voltou a produzir seus esporte-protótipos, colocando no mercado o Spirit, feito sobre a base do Fórmula V 1.8, e correndo até em São Paulo (Como não têm ainda número suficiente para criar uma categoria própria, vão correndo na Força Livre)

A aposta do Spirit está no baixo custo.

Houveram tentativas falhas, também, como a malfadada Brascar, mas isso é assunto pra outros posts.
Ah, sim, por que "Fórmula Can-Am"?
Por causa disto:

Muito prazer, Fórmula Can-Am (Que, como o nome deve entregar, corria no CANadá e nos Estados Unidos da AMérica).

domingo, 6 de agosto de 2017

Força Livre: A categoria paulista que mistura tudo!

Acho que eu já falei da Força Livre uma vez, mas já faz um tempinho. Então, vamos atualizar com os dados que eu juntei da FASP.

No regulamento da FASP, a Força Livre é, digamos, generosa. ONDE MAIS você pode acompanhar os saudosos GT3 no pega com os Stock V8?
(Sim eu fiz uma mistura de mods com essas duas categorias no RFactor)

A Força Livre paulista é dividida nas seguintes categorias: Protótipo 1 (Na qual também podem participar os GT), Protótipo 2, Protótipo 3, GT, Stock V8, Stock 6 cilindros, Turismo V8, Turismo 6 cilindros e turismo 4 cilindros.

Ou seja, os Stock de segunda mão, os Omegas que continuam na labuta, e os glamourosos GTs que um dia provaram que o automobilismo brasileiro pode sim, se comparar aos de fora, estão aí, escondidos na Força Livre.

Ou ao menos eram pra estar, já que nas últimas corridas tem havido uma predominância de protótipos, segundo os formulários.

Será que as Ligas Independentes poderão quebrar esse paradigma?

Falarei delas, e do mimimi da FASP, posteriormente.

Mas eu sei que vocês querem ver IBAGENS, então toma!









sexta-feira, 4 de agosto de 2017

E temos mais um autódromo, desta vez, na Paraíba!

Foi inaugurado ano passado (Meu, tô que nem corno, sou sempre o último a saber!) mais um autódromo, desta vez, na Paraíba, na cidade de João Pessoa (Mais precisamente na BR 230, KM 61 [Por trás do Condomínio GreenVille] ),chamado provisoriamente de... Autódromo Internacional da Paraíba.

A inauguração se deu com a segunda etapa da Copa Nordeste de Marcas & Protótipos,contando com pilotos do Ceará, Pernambuco e Bahia. O circuito tem 3024 metros no seu traçado misto, mas em breve contará também (Ou já conta, não sei) com um semi-oval de alta velocidade, permitindo no total até três traçados diferentes (Pois a seção semi-oval tem mais uma parte de circuito misto).

A Copa Nordeste de Marcas & Protótipos junta dois protótipos (O CTM 2000 conhecido popularmente como "Stock Nordeste", e o Spirit, um protótipo de assento central feito a partir do antigo Fórmula V 1.8 cearense) e o Super Turismo, que é um carro silhouette de tração dianteira com o design levemente inspirado no Opel Tigra europeu de 2010. Como o Super Turismo parece mais um carro de Marcas, e o CTM está no meio caminho entre um silhouette e um protótipo, resolveram chamar a competição de "Marcas e Protótipos".

Estou no aguardo da conversão dessa pista para RFactor, juntamente com Velo Cittá, Enseada do Suá, Via Expressa Sul e Cidade Baixa.

Fiquem com uma foto aérea do circuito.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

[POSSANTE VIRTUAL] Preparando o material para as traquinagens

Demorei até que eu achei este conversor online que converte os arquivos poligonais .ac e .acc do Speed Dreams, para um formato mais "mexível", no caso, o .3ds do 3D Studio Max. Mas pretendo usar muito pouco o Max, eu mexia muito no Blender e já perdi o jeito. Pretendo usar apenas o Zmodeler (O preferido dos que fazem conversões de GTA San Andreas para rFactor) e 3DSimEd, que exportam para o formato do rFactor (.gmt)

Arquivos convertidos, já começaram os problemas.A cabeça do piloto não aparece, nem os braços. E dá-lhe converter todos os arquivos .acc até achar o que preciso.
As rodas são muito grandes, e os braços estão juntos do volante, mas não grudados nele.

Pretendo substituir as rodas, vou procurar rodas de Can-Am. E ainda falta ver o cockpit.

[POSSANTE VIRTUAL] Traquinagens em curso.

Já falei que eu conheci um software chamado rFactor, de como ele é legal, permite mods muito loucos, piriri, pororó. Tá. Só que o rFactor não é o único simulador de corrida, e não possui todos os carros legais.
Então, o que eu faço?
A) Adquiro outros simuladores e jogo com os outros carros legais nos outros simuladores?
OU...
B) Arranjo um jeito de converter os outros carros legais pro rFactor?

Uma dica, para colocar dois carros legais um contra o outro, sendo eles de dois simuladores diferentes, um deles precisará "passar pelo WOLOLO", ou seja, ser convertido.

Já juntei alguns tutos de converter de outros sims para rFactor, mas eu tô começando com um método de tentativa e erro.
Do jogo Speed Dreams, há uma categoria de esporte-protótipos anos 70, na qual os times são de países, e resolvi, obviamente, começar pelo carrinho do time Brasil. Já que a bagaça é open source, por que não?
Não sei quanto tempo vou demorar pra conseguir essa façanha, ou mesmo SE vou conseguir. Mas, só saberei tentando.


segunda-feira, 9 de junho de 2014

Lá fora - K4-GP... Ou: "NUNCA VI TANTO CARRO NA MESMA PISTA EM TODA MINHA VIDA!!!"

Se você acha que os japoneses inventaram tudo o que tinham que inventar em matéria de bizarrices automotivas, você ainda não viu foi NADA!

Na minha última matéria eu falei dos Kei-Cars (Kei Jidosha), aqueles carrinhos de doce japoneses com motor de moto, quase sem porta-malas e que cabem dentro de uma caçamba de F-1000 (Não sei se cabem, só conjecturei), e quais eram as vantagens e limitações dos bichinhos.

Pois: Eles têm uma categoria de automobilismo própria! Conheçam a K4-GP!

E  OLHA O TANTO DE COMPETIDORES!!! Com certeza, mais de 100 carrinhos numa mesma pista!

Você deve ter notado que há uns "esporte-protótipos" no meio, mas pasmem, não são esporte-protótipos comuns: São esporte-protótipos "Kei", tamanho P, réplicas de esporte-protótipos históricos, com motor de moto ou jet-ski e escala de até 80% do tamanho do original!
(Sim, porque as limitações de cilindrada e potência só são válidas nas ruas; na pista a história é outra!)

A categoria K4-GP é uma série de corridas feitas no Japão para carros de classe Kei Jidosha, algumas delas são corridas endurance, que costumam ser de até 24 horas ou 1000 Km. As classes internas da categoria parecem ser estruturadas de forma a separar carros feitos pra corrida e carros mais "de rua". Há uma gama maior de motores permitidos, até 1500cc, que permitiriam até um Ford Ka correr na categoria. Não se deixe iludir pela aparência pacata dos "cubinhos", alguns deles são bastante modificados e fariam um Gol de Marcas regional daqui do Brasil comer poeira.

Os carros que competem nessa categoria são uma mistura de carros normalmente considerados Kei-Cars, como o Daihatsu Mira (Que foi vendido no Brasil como Daihatsu Cuore), Suzuki Cappuccino e outros, com carrinhos feitos para corrida, que apesar disso mantêm as medidas dos Kei-Cars, sendo cópias em miniatura de carros bem maiores. E por incrível que pareça, também há um forte contingente de carrinhos europeus mais antigos, como o velho Mini Cooper e o Hillman Imp, cujas medidas estão dentro do aceitável na categoria.

Agora, fala sério, acho que a inscrição e o combustível devem ser na faixa, pra ter tanto carrinho na pista! Fico imaginando o desespero dos comissários de pista pra saber qual carrinho tá em qual posição, principalmente quando os líderes começam a ultrapassar os retardatários...

Agora, só pra ser cruel: BABEM NO MINI FORD GT!



terça-feira, 26 de março de 2013

Paguei um Pau: Réplicas de Formula-1 made in Brazil!

Lembra de quando eu mencionei o Bob Salisbury? Pois, deram de fazer o mesmo pra cá do Atlântico.

O nome da empresa é AC Cars, é de São Paulo, e anuncia suas criações no Mercado Livre. O site é bonitinho, mas se você quiser ver o dia-a-dia do trabalho lá, recomendo que visite o blog da empresa.

As fotos mostradas aqui são dos anúncios da empresa no Mercado Livre

O que acha de ter em casa uma réplica perfeita da McLaren do Ayrton Senna?
Por R$ 50 mil você leva uma e pode até pendurar no teto. Agora, se estiver afim de desembolsar R$ 120 mil, você leva ela equipada com um V6 de 400cv da Audi. Não chega a ser uma F1, mas é mais que uma F3.

Se quiser outro modelo, como, por exemplo, a Ferrari do Schumacher, pode também.

No teto ou na pista, vai da escolha do cliente. A empresa também fabrica réplicas de outros carros esporte, equipados com motores V6 ou V8, e testados em Interlagos antes de entregar ao cliente.


Te gustaria uma "Ferrari 430" (Atrás da F1)?


Ou uma "Lamborghini Diablo"?

Também faz réplicas de Mini Cooper, Cobra, Porsche, Esporte-Protótipo e projetos personalizados e exclusivos a gosto do cliente. E também constrói simuladores de Formula 1 top de linha!

Vou falar pra vocês, esse cara, Ademar Cabral, é fera! Paguei um pau de sequóia!
(Se eu tivesse grana, eu faria uma encomenda de Diablo, mas com V12 BMW)

Brasileiro é bom de fazer réplica, herança da indústria dos Fora-de-Série dos anos 70 e 80. Mas o Ademar Cabral foi além. Tá no nível das oficinas de primeiro mundo.

Quer comprar carros de corrida no Brasil?

Você tem uma opção com carros brasileiros de variadas categorias, o CLASSI RACING, onde você pode achar aquela máquina que você estava procurando tanto.

No dia que eu acessei, tinha um Aldee cupê (R$ 40 mil), um Aldee Spyder (R$ 39.900), uma Maserati Trofeo (R$ 99 mil), um Omega Stock Paulista (R$ 10.200), alguns fórmulas nacionais (R$ 40 mil pelo F-Chevrolet e pelo F-Ford Minelli, R$ 30 mil pelo F-Vê zero bala [R$ 12 mil se for kit] ) e até mesmo uns Fórmula 1 para opção de importação, começando pelo Footwork (Arrows)-Hart com equipamento de pit completo por R$ 250 mil e chegando no Benetton-Renault com traquitanas de box, starter e jogo de rodas por R$ 430 mil, não incluso frete e IPI. BOSS-GP/BR, alguém?

Também tem alguns turismo envenenados pra endurance (Gol, Peugeot, Ford Ka), e um Fuscão carenado estilo Divisão 3.

Interessou "nas pechincha"? Site da CLASSI RACING!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Lá Fora: Automobilismo em Angola

Pra quem pensa que Angola ainda é aquela terra pobre onde se dança Kuduro, saiba que o automobilismo (Melhor, o esporte a motor em geral) por lá é muito popular.
Prova disso é a prova 200 Km de Benguela, realizada no Circuito de rua de Praia Morena, na cidade de Benguela (O autódromo está fechado, eu acho, em reformas.).

E o automobilismo angolano é uma festa só, e uma mistureba só!



Pra se ter uma ideia de como vale tudo nas corridas angolanas, tinha até um Fórmula no meio dos carros de Turismo (destaque para o Porsche e o BMW) e dos esporte-protótipos!



Alguma vez isso aconteceu nas terras tupiniquins?


Homenagem do Tuku-Tuku (O histórico clube organizador) ao seu antigo fundador, Eurico Lopes de Almeida.


Preparando-se para a largada. O vencedor da corrida, ironia, largou dos boxes.


Largada. A variedade de carros é grande por aqui. Tem de Porsche a Fiat 500! O.o


E o público comparecendo em massa!


Aqui, a primeira curva logo depois da largada.


Dentre os esporte-protótipos, o mais popular em Angola é o Radical. Mas o vencedor foi um BRC.


E teve gente errando a curva! XD
Novamente, se vê o Fórmula, com pneus slick e tudo, correndo atrás de um Porsche.

Resultados, segundo o blog:
No final tudo correu bem e sem acidentes.
Venceu Fiório de Sousa, seguido de Luís Oliveira. Manuel Dias no Radical nº34 foi 3º e em 4º ficou Jorge Pires no protótipo nº11 aqui bem ilustrado. Mário Ferreira no Fórmula terminou em 5º, Daniel Vidal que alinhou sem tempo terminou a seguir, etc. 


Informação e fotos, Blog Car Vice.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Lá fora: Formula Libre Irlandesa


Se você não é adepto de corridas "Uma marca, um modelo", conhecidas profissionalmente por "spec races", então a Formula Libre Irlandesa é a tua categoria!



Na Irlanda, carros de diferentes épocas e categorias se digladiam nas pistas, em duas categorias: "Até 2 litros" e "Acima de 2 litros".



E esporte-protótipos correm junto com os fórmulas, disputando os mesmos pontos em suas categorias. Tal conceito já foi mostrado neste blog, quando postei sobre a Interserie alemã.


Valem carros de variadas épocas, marcas, categorias e tecnologias.


Até mesmo "silhouettes"!


Seria a Williams de Nigel Mansell? Ou apenas um Formula 3000 pintado igual? De qualquer modo, é muito bonito.


"Pega eu, fórmula 3!"


Um Formula Ford fugindo de um esporte-protótipo. Corridas desse tipo com certeza levariam muita gente aos autódromos.


A "Williams" liderando um pelotão.


Um "Locost" (Carro esportivo de baixo custo, no fim da fila) de gaiato na corrida. Na Formula Libre irlandesa vale tudo MESMO!


Na categoria acima de dois litros, além dos esporte-protótipos, temos carros de Formula 3000, Formula Holden australiana, Formula Nissan, entre outros.

Na categoria até dois litros, os maiores expoentes são Formulas Ford 2000, Renault e Vauxhall, além de Formulas 3 aposentados, E, lógico, esporte-protótipos.


Site: Formula Libre Ireland