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terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Um Bianco Enfurecido de respeito - E do Rio Grande do Sul!

 A EngMotors - Veja o Facebook da empresa aqui - É uma empresa de desenvolvimento de veículos especiais com sede no Rio Grande do Sul, tocada pelo engenheiro Marcelo Camargo, e seu projeto de maior destaque é um Bianco S com poder de Fúria.

O carro possui motor Audi V8, suspensão especial, freios a disco nas quatro rodas e está carregado de eletrônica (Com direito a painel 100% digital).

Um segundo Bianco Enfurecido, com motor VW AP, está em processo de conclusão, com um design levemente diferente do Bianco Enfurecido com motor Audi.

Não é sabido se o(s) carro(s) está(ão) à venda, mas maiores detalhes podem ser conferidos no link da empresa postado mais acima.

Agora, a melhor parte: IBAGENS!


















sexta-feira, 20 de agosto de 2021

Fórmula Inter, agora na LDA


 

(Pirateado do Blog da Formula Inter)

Inovando desde o seu surgimento, a Fórmula Inter mantém a premissa e anuncia mais uma inusitada e positiva novidade a partir da temporada 2021, a parceria com a Liga Desportiva de Automobilismo (LDA)

O acordo definitivo entre o idealizador e presidente da F.Inter, Marcos Galassi, e o fundador e presidente da LDA, Ernesto A. Costa e Silva, firmou-se na última terça-feira (06).

A parceria abre um leque de possibilidades a ser ainda mais explorado que não só as provas de automobilismo, mas também a realização de outras ações através das possibilidades oferecidas pela LDA e com a plataforma da F.Inter, visando à fomentação do acesso ao esporte.

“Minha satisfação em poder anunciar mais essa ótima parceira da Fórmula Inter já para 2021 e com uma entidade de tamanha competência e seriedade como a LDA não poderia ser outra senão enorme”, afirmou Marcos Galassi. “Saber que teremos à disposição uma equipe de profissionais tão apaixonados quanto nós pelo esporte que praticamos e ainda por cima com experiência comprovada para zelar pelos nossos pilotos durante os eventos que realizaremos, realmente traz um alento a mais e também uma boa dose de tranquilidade ao pensar que estamos em boas mãos”, comemorou Galassi.

 O presidente da LDA também vê como promissora a união com a Fórmula Inter.


“Eu vejo essa nova parceria com bastante alegria. Até porque trata-se, entre outras coisas, de uma oportunidade também para quem vem dos karts, ou seja, é um degrau superimportante para quem vem da base e quer se firmar na carreira de piloto ainda no Brasil. Nesse caso, através de uma categoria que oferece uma ótima plataforma e um carro muito bem construído, seguro, com asas enormes e pneus slick, anda muito e é pensado exclusivamente para competições, mas é oferecido por um valor de investimento decente para os pilotos”, afirmou Ernesto Silva.

“Além de tudo, os carros têm um visual fantástico, são grandes, vistosos, muito bonitos, enchem os olhos de pilotos e também do público, o que colabora muito na percepção de valor do evento, ainda mais com um grid potencial de 12 carros. Bem, realmente penso que a chegada da Fórmula Inter à LDA só tem a somar, pois trabalhando juntos temos muito a contribuir em prol do automobilismo. Com isso, muitos se beneficiarão, principalmente pilotos e público, então, seja muito bem vinda à LDA, Fórmula Inter!”, acrescentou o presidente da Liga Desportiva de Automobilismo.

A equipe da LDA é treinada e capitaneada pelo presidente Ernesto Silva, que em seu extenso currículo já emprestou seu conhecimento a diversos eventos do esporte a motor, principalmente - mas não somente - no autódromo de Interlagos (SP), incluindo entre esses eventos inúmeras provas de Fórmula 1, WEC, Fórmula Indy (essa realizada em circuito de rua na Capital Paulista), Stock Car, Fórmula Truck, entre outras provas internacionais e também nacionais de grande porte, inclusive até em provas de motovelocidade, como às do MOTO 1000 GP, nessa última coordenando a equipe de resgate (essencial em provas do gênero).

Sempre com o objetivo de elevar a segurança e proporcionar melhor participação para todos os envolvidos, desde pilotos a mecânicos, passando pelos chefes de equipes, engenheiros, profissionais de imprensa e todos que de alguma forma se envolvam na realização de tais eventos.

O acordo entre a Fórmula Inter e a Liga Desportiva de Automobilismo faz jus também à nova filosofia da categoria de proporcionar valores mais acessíveis aos pilotos. Pela LDA, os valores de inscrição de prova tornaram-se muito mais acessíveis e compatíveis com uma realidade atual.

O valor da tão sonhada “carteira de piloto” também recebeu as benesses oferecidas pela parceria, afinal o valor a ser investido na renovação ou na primeira certificação do piloto, através da LDA, são mais acessíveis e duradouros, podendo chegar a cinco anos de vigência. E isso com um valor de investimento que poderia ser considerado até como “simbólico”.

Os rounds da F.Inter no autódromo de Interlagos em São Paulo, a partir de 2021, serão chancelados e supervisionadas pela Liga Desportiva de Automobilismo, tendo validade e reconhecimento em caráter nacional.

A oficialização da abertura do calendário de competições desse ano ainda depende da confirmação e liberação dos órgãos de saúde e sanitarismo vinculados ao poder executivo do Estado e da Cidade de São Paulo, devido ao momento incomum e preocupante que vivemos em razão da pandemia causada pela COVID-19, que assolou de maneira devastadora todo o território brasileiro. Diante desse cenário, informações sobre a temporada deste ano serão publicadas oportunamente no site e nas redes sociais da categoria, assim como da LDA.

Outras novidades da F.Inter estão a caminho e serão anunciadas em breve. Portanto, fiquem ligados com a gente!

Permaneçam seguros, cuidem-se e cuidem dos seus.

Assessor de Imprensa: Ronaldo Arrighi – ronaldo@formulainter.com.br

O mais novo autódromo do Brasil - Circuito Panamericano

Na onda de grandes empresas que possuem circuitos privados, a Pirelli seguiu o passo da Mitsubishi e abriu, na pequena cidade de Elias Fausto-SP, o complexo conhecido como Circuito Panamericano.

É um complexo pra testes de pneus, com vários tipos diferentes de pista, São sete pistas, cada uma com uma função, entre elas a pista de corrida no seco (O circuito em si), a pista molhada, que reaproveita a água jogada na pista, uma pista de teste de ruído interno, uma de ruído externo, a pista off-road, o anel molhado (pra testar capacidade de curva em ambiente molhado) e a pista de testes especiais. A diferença dessa pra outras pistas de testes é que esta possui uma "área social", ou seja, não é uma pista de uso restrito à fábrica, como as pistas anteriores de fábricas de pneus (Pirelli, inclusive) e de montadoras de veículos, mas sim, espaços que podem ser alugados para "eventos sociais" (Com muitas aspas aqui) que envolvam esporte a motor.

Tudo isso só pra testar pneus.

Já teve gente estudando a pista e, pelo visto, o Circuito Panamericano é mais uma daquelas pistas que serão usadas para testes de veículos por canais de mídia e track days de filhinhos de papai, mas nada descarta a possibilidade de uma corrida da CBA ou da FASP (Ou mesmo da LDA) nesses domínios.

Por ser mais um autódromo "privado" (Somando-se a Velo-Città [Apesar de que esse recebe corridas], Haras Tuiuti, Capuava, e DIMEP), o Circuito Panamericano não será contado como um "novo" autódromo para o estado de São Paulo que, "oficialmente" possui 3 autódromos que recebem corridas federadas: Interlagos, ECPA (Piracicaba) e Velo-Città (Mogi-Guaçu). 


segunda-feira, 16 de março de 2020

Nova mudança na Stock: Pela primeira vez, com Toyota e mais de um motor!

O Toyota da Stock Car

Depois de mais alguns anos com apenas a Chevrolet fornecendo a forma do carro - E o motor - a Stock Car está fazendo uma mudança nova.

Sai aquele perfil TransAm/DTM de carro largão querendo parecer GT e entra um perfil bem parecido com o usado na Copa Petrobras de Marcas: Laterais e teto serão monobloco original, enquanto que o capô e a traseira serão de fibra de vidro. e o chassi tubular no meio. A Giaffone Racing fazia os carros da Copa Petrobras de Marcas, então preparem-se para um tiquinho de nostalgia.

Mas a mudança não se resume a isso. O motor permanece o mesmo, MAS SÓ NO CRUZE. O Corolla usará um motor V8 da Toyota (Provavelmente, também usado na NASCAR), e o potenciamento será o mesmo para os dois tipos de motor. É a primeira vez que a Stock Car usará mais de um motor. E, como a Vicar está querendo atrair outras marcas, podemos esperar mais motores a partir de 2021, pois cada marca terá que vir com seu motor.

Especulando, das montadoras que têm fábricas no Brasil, a Fiat pode vir com um Cronos com motor Chrysler, já que a Fiat comprou a marca norte-americana. Outra aposta boa seria a Ford, que há tempos não participa oficialmente de competições. O Fusion é muito grande, talvez um Focus Sedan serviria. A Volkswagen, apesar de ter seu V8 (Ou poder usar o da Audi), teve o trauma do Rafael Sperafico morrendo a bordo de um Stock com a bolha do Bora, mas seria legal um Virtus no páreo com motor da RS4 ou da Touareg. É mais fácil usar a marca Audi na competição (E o A3 sedan). A Hyundai poderia vir com o Sonata usando o motor 5.0 do Equus. Peugeot, Renault e Citroën podem pegar "emprestado" um motor Nissan (Já que a Renault é quase dona da Nissan), que é usado na pick-up Titan. E lógico, a Nissan também poderia vir na vibe. A Honda pode usar o motor que usa (ou usava) na Indy, feito em parceria com a Ilmor. A Mitsubishi tem seu V8 usado na Outlander (Imagine um Lancer com o veoitão de 4 litros e meio...) Mercedes e BMW também têm seus exemplares. E talvez possa aparecer um Jaguar, já que a Jaguar/Land Rover também monta veículos aqui, mesmo sendo apenas o Discovery.  A única marca que realmente ficaria de fora seria a Chery.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Limonada (Ou: Transformando crise em oportunidade)

Acho que pessoal ainda se lembra de uma treta que deu, de uns advogados representando as marcas premium Ferrari e Lamborghini processando os fabricantes de réplicas, acusando-os de vender "carros falsificados". A PF entrou com tudo, vários veículos foram apreendidos, e o sonho de se obter uma réplica de carro esportivo ficou bem mais distante para os que poderiam pagar.
A mídia esculachou os fabricantes das réplicas, chamando-os de falsificadores, como se os compradores não soubessem que estavam comprando réplicas. Teve dono de oficina que desistiu do negócio. outros seguem como se não fossem com eles.
Mas alguns resolveram resgatar o espírito dos Anos 80, da áurea época dos Fora de Série, e resolveram entrar com projetos de fabricar carros com marca e desenho próprios.
Mas não quaisquer carros... Mas sim, superesportivos!
Dois ex-fabricantes de réplicas, até onde eu sei, resolveram fazer dos limões uma limonada, ou seja, em vez de réplicas de Ferrari e Lamborgjini com motores Audi, Mercedes ou BMW, estão apostando em carros de desenho próprio com esses mesmos motores.

Um deles é o André Calegari, da Calegari Design. Ele já tinha feito um modelo Barchetta com motor dianteiro em 2016, mas depois da treta resolveu fabricar outro modelo, o Calegari 2.

O carro quase completo, só faltando o acabamento interno e o parabrisa.

Não só isso, ele tem outro modelo, Calegari 3, que parece um Stock Car. E ainda por cima, André recebeu um exemplar do carro de Denis Rosset, inacabado, e a autorização dele para produzir o DoniRosset, aquele colosso com motor Viper V10 biturbo a etanol com mais de 1000 cv, e que agora se chamará Calegari 4.

Este é o futuro Calegari 4. 

Outro montador que resolveu partir pro design próprio é o Serafim Cley. Ele também, foi bastante prejudicado pela onda de ataques dos "representantes" da Ferrari e da Lamborghini, além da mídia escandalosa. O carro dele, chamado GTY, está em fase inicial de projeto, já tem o design pronto pra tirar o molde, e quem viu o conceito se impressionou.

Tem bastante inspiração na Lamborghini.

Então é capaz de esse carro começar a fazer seu primeirto teste lá pelo meio do ano. O modelo em 3D impressiona.

Se eu achar outros carros sendo fabricados, eu postarei mais adiante.

domingo, 6 de outubro de 2019

Competir no Ártico: como será a primera corrida de carros na Groenlândia

(Pirateado e traduzido do InfoBae)

Em 2021 e diante de um glacial se lançará a Extreme E, uma categoria de off-road elétricos. O esporte motorizado que procura cuidar do meio ambiente


Os veículos elétricos marchan adiante no que concerne às energias alternativas. No esporte, a Fóemula E marca o caminho e seus responsáveis lançaram uma nova categoria, chamada Extreme E, cujo slogan é "A corrida para salvar o planeta". A categoria ardente estará corrento em lugares onde nunca antes houve uma corrida automobilística.. Sua estréia será em 2021 com uma prova no Ártico, em frente ao Glacial Russell, pertp de Kangerlussuaq, no oeste da Groenlândia.

Será disputada em cinco lugares remotos do planeta, a fim de conscientizar as pessoas a respeito do cuidado com o meio ambiente. Serão usados veículos off-road elétricos que serão transportados em um grande navio chamado Sta. Helena, que fará as vezes de boxes. As corridas se levarão a cabo em três dias, em uma área que não passe de 10 Km². A atividade terá um formato de mata-mata até chegar a uma final entre os dois melhores corredores.

Os designers dos circuitos terão a tarefa de selecionar com muito cuidado as opções de pista para que a corrida seja desafiante e emocionante, sem impactar de forma negativa o meio ambiente. Ademais, serão colocados obstáculos, como rampas, sem ter que modificar o entorno.


Agag, CEO da Fórmula E, junto ao veículo

Por sua vez, os organizadores estão desenvolvendo planos para rastrear e monitorar os níveis de emissões das equipes competidoras. As escuderias que consigam os resultados mais baixos receberão prêmios esportivos e financeiros. A primeira temporada está programada para começar no começo de 2021.

Alejandro Agag, o CEO da Fórmula E e que agora também está a cargo da Extreme E, explica que "a nova categoria tem um forte objetivo esportivo de promover a mobilidade elétrica na luta para reduzir os níveis de emissões globais, um problema que já não podemos ignorar, em especial na Groenlândia, pelas consequências que está sofrendo pelo aquecimento global. Os glaciais se derretem cada vez mais rápido."

A propósito, o professor Peter Wadhams, do Departamento de Matemáticas Aplicadas e Física Teórica (DAMTP) da Universidade de Cambridge, é uma autoridadelíder a nível mundial no degelo, já que dirigiu 55 expedições árticas. Durante o reconhecimento inicial da região que abrigará a primeira corrida, o docente se reuniu com os organizadores da corrida para assessorá-los.

Wadhams adverte que "no 1º de Agosto passado, que foi um dos meus dias na Groenlândia com a equipe da corrida, a capa de gelo perdeu 12,5 milhões de toneladas, uma nova queda diária recorde. se considerar o que esse nível de perda diária faz a nível global do mar, realmente dá muito medo."

"O transporte representa 30% do uso de combustíveis fósseia, que é a causa principal do aquecimento global, por isso o princípio geral da Extreme E de incentivar o uso de veículos elétricos é muito importante para o futuro do nosso planeta. Suas corridas nesta área não terão um efeito prejudicial para o meio ambiente", afirma.

"Creio que vá ser a forma mais extrema de esporte a motor. Vamos levar a todos os rincões do mundo. Serão corridas curtas, no estilo Dakar, com carros elétricos em localizações extremas ao redor do planeta. Seu formato de competição vai ter um ritmo muito rápido e por mata-mata, competindo por grupos até um mano a mano na final. Se procura não só brindar um espetacular entretenimento com o esporte a motor, mas que também servirá para gerar consciência sobre as mudanças climáticas", descreve David Coulthard, ex-piloto de Fórmula 1, vencedor de 13 corridas e vice-campeão mundial em 2001. O escocês agora é comentarista de TV e compõe parte do staff da categoria.

"Sonhamos em como podemos unir tudo de uma maneira interessante e o esporte a motor pode ajudar a por em cena esses problemas com o meio ambiente e alguns dos desafios que enfrentamos", adiciona Gil de Ferran, também integrante da equipe da Fórmula E e Extreme E. O brasileiro foi bicampeão da CART (Atual IndyCar) em 2000 e 2001 e hoje é diretor esportivo da McLaren.

Além de confirmar a Groenlândia, se estão observando outros quatro lugares que já sofreram as consequências das mudanças climáticas ou a interferência humana, como o Himalaia, o deserto, a selva tropical e uma ilha do Oceano Índico. Os problemas que afetam esses lugares incluem o desflorestamento, o aumento do nível do mar, o derretimento de gelo glacial, a desertificação e a contaminação por resíduos de plástico.

A respeito da sede da primeira corrida, Groenlândia, é uma região autônoma, mas pertencente à Dinamarca, É uma ilha de 2,1 milhões de Km², cujos 77% de sua superfície estão cobertos de gelo. Seu ministro de Indústria, Energia e Pesquisa, Jess Svane, informa que "hoje em dia, cerca de 70% de todo o fornecimento público de energia provém de recursos de energia renovável".

Este imenso arquipélado, o maior do mundo e que o Presidente dos EUA, Donald Trump, quer comprar, viverá um momento histórico daqui a dois anos. Pela primeira vez terá uma corrida de carros cuja motorização elétrica impedirá a contaminação.

Desde seu primeiro campeonato na temporada 2014/2015, a Fórmula E abriu o caminho do automobilismo do futuro, ante o inegável fim dos motores a combustão. A Extreme E segue seu caminho permitindo que o esporte a motor chegue onde nunca antes o pôde fazer o mais importante é como se podem usar as corridas de carros oara conscientizar o cuidado com o meio ambiente.

Protótipo do primeiro off-road elétrico para correr

domingo, 29 de setembro de 2019

Tá quase pronto...


O Autódromo Potenza, na cidade de Lima Duarte-MG, a 30 Km de Juiz de Fora, já está recebendo suas primeiras camadas de leito para asfalto. O traçado já é visível.
Com certeza, em 2020 estará pronto e poderá receber provas do certame nacional de automobilismo.
Os fluminenses estão "crescendo os zóio", doidinhos pra percorrer as curvas desse novo autódromo (E os mineiros não estão gostando nada disso).
O motivo é que Lima Duarte fica quase na fronteira com o RJ, e parece que o Plan Speed Park de Campos dos Goytacazes-RJ fica mais longe da Capital carioca que o Potenza.
Faz sentido: Se você morasse em Penápolis, na região de Araçatuba, e erguessem um autódromo em Três Lagoas-MS, por exemplo, você iria pra Interlagos, ou pra Três Lagoas, que fica mais perto?

(Curiosinútil do dia: O autódromo mais próximo de Penápolis é o de Londrina, no Paraná)

Bom, chega de texto. Fique com a filmagem capturada de um drone, mostrando o traçado, trecho por trecho.


quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Uma super prova de clássicos...

A Gold Classic, que se tornou uma atração à parte da tradicional prova Cascavel de Ouro, no Autódromo de... Cascavel (Dããã!), no ano passado, está começando a ganhar contornos próprios.

Como paulistas, mineiros, paranaenses e gaúchos estão muito na vibe de corridas com automóveis clássicos, uma prova de automobilismo clássico de abrangência nacional parece se tornar necessária, e a prova disso é a realização de DUAS Gold Classic, sendo a primeira em Interlagos no dia 7 de Setembro e a segunda como parte da Cascavel de Ouro, em Novembro.

A prova de Interlagos teve uma pole position surpreendente de um Willys Interlagos, pilotado por um piloto não menos clássico: Denísio Casarini, ex-piloto de motovelocidade, do alto de seus mais de 60 anos! Mas, a primeira das duas baterias não resultou muito bem para o pequeno esportivo baseado na Renault Alpine A-110. Por sua vez, a vitória coube ao Maverick de Leo Petry do Rio Grande do Sul, seguido de perto pelo Omega de Felipe Matos (Omega já é clássico?). Teve até mesmo uma participação Café-com-leite, de um Heve P6 da Equipe Hollywood, protótipo da Divisão 4, que entrou no meio da corrida, fez algumas voltas e voltou para os boxes depois da corrida, mas fez a alegria de olhos mais nostálgicos.



A coisa mudou de figura na segunda bateria, cujo grid é formado de acordo com o resultado da primeira bateria. O Willys Interlagos veio rasgando de lá do fim do grid, costurando entre os adversários, e o Puma de seu filho, Deninho Casarini, com uma bela pintura estilo Martini, seguindo na cola. E no final foi por quase, mas Roberto "Coruja" Amaral chegou em primeiro com seu Opala Stock Car, com Denísio Casarini em segundo a poucos décimos de segundo, e Deninho em terceiro. Pela soma dos resultados, Leo Petry, que chegou em quarto, acabou sendo o vencedor da Gold Classic Interlagos 2019.

A Gold Classic 2019 possui 8 categorias: Super Classic (Carros que participaram de competições no passado), Premium (Nada mais é que a Força Livre com pneus Slick), Força Livre (Vale tudo, mas com pneus radiais), Turismo Super (Motor até 2.0), Turismo Light (Motor até 1.6), Fusca Speed (Fuscas com o regulamento do Metropolitano de Londrina), Copa Fusca (Fuscas com o regulamento de Interlagos) e GT (Motor até 2.0, mas carroceria de dois lugares).

E em Novembro, teremos Gold Classic em Cascavel e Cascavel de Ouro!

sábado, 24 de agosto de 2019

EXTRA! EXTRA! Novo autódromo descoberto em São Paulo!

De repente, autódromos começaram a se tornar atraentes.



Na cidade de Tuiutí, região de Bragança Paulista, um local conhecido simplesmente como "Haras Tuiuti" abriga um autódromo pequeno com cinco variantes, com duas delas podendo ser usadas simultaneamente. Autodenominado "Campo de Provas", conta com todas as perfumarias que atraem os ricos donos de carros (e motos) caros pra acelerarem sem medo.



Ainda não descobri quem é o proprietário (ou grupo de proprietários), porque no site não explica. Mas, com certeza, ele está no mesmo nível de "exclusividade" dos autódromos Capuava e Fazenda DIMEP, ou seja, não é pra qualquer chinelão caipira.
A instalação conta ainda com pista de off-road, galpão para guarda de veículos, oficina, auditório (para convidados, lógico) e até cozinha completa.

Pra quem quiser conferir mais de perto, este é o endereço:
Rodovia Eloy de Camargo Bueno, Km 4 - Passa Três, Tuiuti - SP, 12930-000

E este é o site: Haras Tuiuti

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Finalmente, uma categoria turismo RAIZ de abrangência NACIONAL.


O nome pode parecer estranho: "Turismo Nacional BR". Oras, por que "BR"? É porque tem uma categoria com esse mesmo nome na Argentina, e creio que veio de lá a inspiração para a categoria de turismo que simplesmente retorna às raízes e está enchendo a pista de carros.

Até o momento, são cinco categorias, separadas em duas classes: Classe 1, para carros feitos a partir de 2017, e dividida em três subclasses: B, A e Special. E a Classe 2, para carros feitos de 1997 até 2016, e dividida em duas subclasses: B e A. As duas classes correm em separado, mas com as suas subclasses correndo ao mesmo tempo, o que garante, por exemplo, um grid de quase 50 carros na Classe 1.

Em ambas as classes, o motor é aspirado, até 1600cc. Mas desta vez, o motor deve ser da mesma fabricante do veículo. E modelos não faltam.



Na Classe 1, temos:
  • VW: Gol, UP
  • Chevrolet: Celta, Onix, Corsa
  • Fiat: Palio, Mobi, Uno
  • Ford: Fiesta, Ka
  • Toyota: Etios
  • Nissan: March
  • Citroën: C3
  • Renault: Clio, Kwid
  • Peugeot: 207, 208
  • Hyundai: HB20


E na Classe 2, também tem variedade, embora um pouco menor:
  • VW: Gol
  • Chevrolet: Celta, Corsa
  • Fiat: Palio
  • Ford: Fiesta, Ka
  • Renault: Clio
  • Peugeot: 207
Já para a Classe 3, que está prometida para ainda este ano, planeja-se usar os carros da extinta Copa Petrobras de Marcas e do extinto Trofeo Linea, além de carros de duas categorias ainda atuantes, Mercedes Challenge e Lancer Cup. Aqui a pegada já é mais punk, os motores são aspirados até 2300cc (Ou turbo até 1400cc) e se cogita também usar carros da Stock Car (O chassis JL-09 está designado como permitido para a categoria). Mas, nada de Berta nem de quaisquer "supermotores" que são sorteados a cada corrida: Os motores serão os mesmos dos modelos de rua, o que promete uma verdadeira "Batalha de Marcas", como já ocorre nas outras duas classes.

É a fórmula de sucesso que garantiu a popularidade da Fórmula Truck (E depois, da Copa Truck): Marca contra marca, carro contra carro, motor contra motor. Regras simples, sem desmandos, sem firulas. Um certame nacional, diferentes estilos de pilotagem, troca constante de posições, ou seja: Um AUTOMOBILISMO RAIZ!

sexta-feira, 8 de junho de 2018

A "Escola Brasileira" dos esportivos

Todo país que se preze no mundo automotivo tem sua receita para um carro de desempenho considerável, e se uma receita dá certo, ela acaba sendo, conscientemente ou não, copiada, o que acaba gerando uma "escola" nacional, ou seja, uma receita que caracteriza não só o esportivo, mas também seu país.

A escola Americana é a dos carros grandes, com motor grande, torcudos e que bebem pra caramba. A característica fundamental para um carro da escola americana é um V-oitão bem grande, e um chassis bem grande pra aguentar esse torque todo.

A escola Europeia é a dos carros pequenos, mas com quilos de turbo em seus motorzinhos, e se tiver tração integral, melhor ainda. Dentro da Europa, há a escola Italiana, que é motor central, carro socado no chão (Nas ruas da Europa não chega a ser um problema) e motor em V não muito grande, mas muito girador. Há também a escola Inglesa, que é o carro ser o mais leve possível, para um motor mediano puxar menos quilos de carro e render mais. A escola Alemã é parecida com a escola Americana, mas com um pouco de cilindrada a menos, e um tanto de tecnologia a mais, e um design bem sóbrio.

A escola Japonesa é a escola do JDM: Motor com quilos de turbo, como na escola europeia, mas com apêndices aerodinâmicos que deixam o carro grudado no chão, como na escola Italiana. E, lógico, muito drift.

Qual seria então, a escola Brasileira? Tendo muita influência europeia, o conceito de esportivo no Brasil é carro com motor central. Mas, ao contrário da escola Italiana, o carro é pequeno, como nas escolas Europeia e Japonesa, e confia em motor pequeno, que é mais barato e fácil de adquirir (Não se produzem mais V8's no Brasil...), mas preparado até o talo, de preferência com turbo.

Um carro esportivo, você já sabe que é americano, italiano, japonês, só de olhar. Como se identifica um carro esportivo tipicamente brasileiro?
-Ele tem motor central e dois lugares
-O motor é quase sempre um 4 cilindros em linha turbo, com cilindrada aumentada.
-Ao contrário da escola Italiana, o motor fica apartado da cabine, e fica sob uma tampa reta, mascarada por colunas falsas que seguem até a parte traseira. Sem essas colunas falsas, o carro fica parecendo uma picape pequena.

Seguem fotos do que seriam exemplos de uma "escola Brasileira" de carros esportivos.


 Bianco Tarpan, motor do Passat TS. Semelhança com o Bianco S, que era feito sobre o chassi do Fusca. Década de 80
 Dankar Squalo, também com motor Passat TS. Também década de 80
Corona Dardo, fins da década de 70. Motor Fiat 147 1.3, réplica do Fiat X1/9, era vendido nas concessionárias Fiat.

O Dardo todo aberto.

Farus Beta, década de 80, motor Chevrolet do Monza.
A versão conversível do Farus Beta.

Farus ML 929, primeiro modelo da marca, motor Fiat 147. Também, década de 80.
Short SRT, versão de corrida do Short GT, década de 2000.
 
Short GT. Motor Volkswagen AP, turbo
 
As linhas retas lembram um "mini-Lamborghini"

Edra GT, década de 2000 (Ainda pode-se pedir encomenda)

Motor VW AP 2.0, mas aceita outras motorizações.

Um exemplar em restauração vai receber motor V6 da Ford.

A Edra também fabrica outros produtos, como um utilitário elétrico.

Lobini H1, década de 2000/2010. Motor Audi 1.8 turbo.

Muito sofisticado e muito caro. Merecia um motor mais fotrtinho...
A capota é removível e pode ser presa na tampa do motor.

San Vito S1, década de 2000/2010  

Não é tão sofisticado quanto o Lobini, mas ainda está em fase de protótipo.
O motor é o Volkswagen 1.8.


Uma pena que estes carros não receberam a devida atenção dos entusiastas de carros. Quem sabe, o novo Puma, que está sendo desenvolvido, não mude esse paradigma?...

Fiel à escola Brasileira de design esportivo, lógico!