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sexta-feira, 20 de agosto de 2021

O mais novo autódromo do Brasil - Circuito Panamericano

Na onda de grandes empresas que possuem circuitos privados, a Pirelli seguiu o passo da Mitsubishi e abriu, na pequena cidade de Elias Fausto-SP, o complexo conhecido como Circuito Panamericano.

É um complexo pra testes de pneus, com vários tipos diferentes de pista, São sete pistas, cada uma com uma função, entre elas a pista de corrida no seco (O circuito em si), a pista molhada, que reaproveita a água jogada na pista, uma pista de teste de ruído interno, uma de ruído externo, a pista off-road, o anel molhado (pra testar capacidade de curva em ambiente molhado) e a pista de testes especiais. A diferença dessa pra outras pistas de testes é que esta possui uma "área social", ou seja, não é uma pista de uso restrito à fábrica, como as pistas anteriores de fábricas de pneus (Pirelli, inclusive) e de montadoras de veículos, mas sim, espaços que podem ser alugados para "eventos sociais" (Com muitas aspas aqui) que envolvam esporte a motor.

Tudo isso só pra testar pneus.

Já teve gente estudando a pista e, pelo visto, o Circuito Panamericano é mais uma daquelas pistas que serão usadas para testes de veículos por canais de mídia e track days de filhinhos de papai, mas nada descarta a possibilidade de uma corrida da CBA ou da FASP (Ou mesmo da LDA) nesses domínios.

Por ser mais um autódromo "privado" (Somando-se a Velo-Città [Apesar de que esse recebe corridas], Haras Tuiuti, Capuava, e DIMEP), o Circuito Panamericano não será contado como um "novo" autódromo para o estado de São Paulo que, "oficialmente" possui 3 autódromos que recebem corridas federadas: Interlagos, ECPA (Piracicaba) e Velo-Città (Mogi-Guaçu). 


segunda-feira, 18 de junho de 2018

Dois-Tempos ainda rugem... (3)

No Sudeste Asiático, região que corresponde aos países como Malásia, Indonésia, Filipinas, Tailândia, Vietnã, Camboja, Laos e correlatos que me falham à memória, a cultura dos dois-tempos ainda é forte. Tanto é que lá, as motos de quatro-tempos são restritas às maiores cilindradas. Enquanto aqui, pessoal mais jovem quer uma Ninja 300, lá, eles sonham com a Ninja 150RR, que acomoda 28 cv de potência, algo mais que a "nossa" Ninjinha quatro-tempos.

E não apenas motos leves esportivas, mas também as cubs e as motos fora-de-estrada são quase todas dois-tempos. As "quatro grandes" japonesas têm seus modelos dois-tempos produzidos no Sudeste Asiático, já com injeção eletrônica e catalisador, o que diminui um pouco da fumaça (E da potência).

Mas, como as motos são mais importantes para a locomoção que os carros, o esporte a motor de maior expressividade acaba sendo as competições de baixa cilindrada. Um evento chamado UMA Racing monta pistas improvisadas em estacionamentos ou parques asfaltados e o que não falta são corredores, na maioria das vezes, que nem têm idade pra dirigir uma dessas nas ruas.

Confira um vídeo:

Duas Superbikes, contra duas Supermotards, contra uma moto de Speedway. No Japão.

Quem você acha que ganha?

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Dois-Tempos ainda rugem... (2)

E, como sempre, desligadão do mundo das competições, descubro que existe corridas de motovelocidade clássica, com ênfase nas categorias 250 e 350, para motos feitas de 1974 a 1990.

É a ICGP, International Classic Grand Prix que, ao contrário dos campeonatos de Fórmula 1 clássicos e da BOSS GP, têm sempre uma paradinha no Brasil (E uma bela participação de brasileiros, muitos deles já veteranos, outros, novatos que pilotam um foguetinho desses pela primeira vez).

A parada começou em 1999, sendo oficializada em 2003, e a primeira etapa brasileira, em 2016, foi em Goiânia (Onde ocorriam as provas de motovelocidade no Brasil), em 2017 não teve prova no Brasil, mas em 2018 já foi anunciado que a etapa brasileira será no "templo" da velocidade brasileira, Interlagos.


O fundador do evento foi um francês, Eric Saul, que tem um vice-campeonato de motovelocidade.

(Informações abaixo do site ICGP Brasil)

O ICGP é um campeonato internacional de motos de Grand Prix das categorias 250 e 350 cm³ fabricadas entre janeiro de 1974 e dezembro de 1984. Sua primeira prova foi realizada em 1999 no circuito de Paul Ricard, na França. O criador do campeonato é o francês Eric Saul, vencedor de dois GPs das categorias 250 e 350 em 1981 e 1982 e também participante do ICGP.

Cerca de 40 motos alinham em cada corrida, havendo classificação e pontuação em separado para quatro categorias (350 cm³, 250 cm³, YC 250 e Master). As Yamaha TZ predominam, mas têm forte concorrência das Kawasaki KR, Chevallier, Rotax, Bimota, Exactweld, Egli, Harris e Spondon.

Entre os pilotos mais conhecidos do ICGP estão o próprio Eric Saul (vencedor de dois GPs do Mundial de Motovelocidade nas categorias 250 cm³ e 350 cm³, em 1981 e 1982); o francês Guy Bertin, vice-campeão mundial da categoria 125 cm³ em 1980 e vencedor das 24 Horas de Bol d’Or (1983) e Le Mans (1985); e o escocês Ian Simpson (três vezes vencedor do Tourist Trophy na Ilha de Man). Os campeões do ICGP em 2015 foram George Hogton-Rusling (Yamaha TZ, categoria 350 cm³), Colin Sleigh (Yamaha TZ, categoria 250 cm³) e Guy Bertin (Kawasaki KR, categoria Master).

OK, as 500 devem ser muito caras de se adicionar, mas acho que se adicionasse as 125, ficaria ainda mais massa.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

O que acontece em um "Club Track"?

Olha, com certeza, acontece muita coisa. E tem muita coisa criativa.

Vamos tomar Franca, por exemplo, que possui o autódromo Speed Park que muita gente ainda pensa que é um kartódromo grande.



Por exemplo, desde 2011 existe uma corrida bastante inusitada chamada "Pé na Tábua", que envolve carros com mais de 80 anos. Calhambeques, mesmo! E, recentemente, passou a incluir um evento chamado TT: Tira-Teima com motos históricas! O que começou como uma piada, virou atração. O Tira-Teima, desde 2014, passou a ser no kartódromo de Barra Bonita, onde costumam-se ter corridas de RD 135, mas a Corrida de Calhambeques ainda é em Franca.



As RD 135 também correm em Franca, onde têm mais espaço do que numa pista de kart. E há uma categoria regional que corre em Franca, chamada "Fórmula 1000", com carros de turismo de motores de 1000 cc.

As RDzinhas arrepiando

Os "Milocas" também sabem correr!

Também tem campeonato de som, Track Days e arrancada (201 m).



E agora também tem Drag-Bike (Arrancada com motos).



E, conforme a criatividade dos administradores de um Club Track, provas e eventos muito interessantes podem ocorrer, por exemplo, o Racha Noturno...


 Ou campeonato de drift...


Sem falar nas provas de kart. Ou seja, acontece MUITA COISA em um "Club Track".

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Speed Park - Franca, SP

Esta foto é a única que eu consegui da pista de Franca, que já tá pronta.

A pista se chama Speed Park, e prioriza as provas de arrancada, com o restante da pista podendo ser usado para corridas de kart e motovelocidade. A extensão total da pista é de 1400 m.

Mais um Club Track que surgiu sem o menor alarde, comprovando que esta é a melhor maneira de se conseguir construir uma pista de asfalto no Brasil: Sem alarde, só no trabalho de formiga.

Ah, sim, a pista vai sediar uma curiosa corrida de calhambeques (carros feitos até 1936) chamada "Pé na Tábua", nos dias 28, 29 e 30/01/2011.

A pergunta que fica é: Será que a pista teria estrutura para uma corrida de carros de verdade em toda sua extensão, não apenas na reta de arrancada?

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Lá fora: TTXGP (Corrida de motos elétricas)



Muitos ambientalistas reclamam que, por usarem carburadores e não possuirem catalizadores, as motos poluem 70 vezes mais que os carros.



Pois, resolveram fazer uma categoria para motos elétricas, que não emitem fumaça, na Ilha de Man, durante o Tourist Trophy. ou seja, a primeira corrida só com motos elétricas do mundo.



E, se você pensa que as motos elétricas apanham de uma 125, vai nessa... Algumas delas passam folgado dos 200 Km/h, e tendo que carregar o peso de baterias!


(Ó só o trambolho que as motos têm que carregar pra correr!)

A novidade fez tanto sucesso, que o mundial de Time Trial (Corridas como a Tourist Trophy) adotou a categoria, que vai correr nos EUA, Canadá e Europa. Algumas motos na Ilha de Man eram verdadeiras obras de arte tecnológicas, enquanto que outras eram verdadeiras gambiarras, em geral feitas com um quadro de moto esportiva e um motor elétrico. Como este era o primeiro campeonato, foi tudo muito experimental. A tendência é de que a coisa fique mais profissional nas próximas edições.


(Gambiarra típica: Quadro de esportiva, motor... E as baterias do lado de fora XD)

Com mais um detalhe: Há agora uma empresa que fabrica motos elétricas para vender a quem estiver interessado em correr, a Mavizen.


Mavizen TTX02: Será a superbike do futuro?



A pergunta é: Uma vez que há superbike no Brasil, há alguma chance de essas belezinhas que recarregam na tomada virem a correr aqui?




Fotos: Galeria do TTXGP

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Regionais: Sul-Matogrossense de Velocidade no Asfalto


No Mato Grosso do Sul, realiza-se o Campeonato de Velocidade no Asfalto, com as categorias Marcas, Fórmula Uno, Fusca AP e Speed Fusca. A categoria é promovida pela FAMS, Federação de Automobilismo do Mato Grosso do Sul.


E conta ainda com a parceria da FEMEMS, Federação de Motociclismo do Estado do Mato Grosso do Sul e, com isso, além da prova de automobilismo tem-se também provas de motovelocidade no mesmo dia.


Me parece que a antiga categoria de 500cc (Honda CB500 e Suzuki GS500) ainda corre no Mato Grosso do Sul.



Para quem quiser saber mais sobre a velocidade no Mato Grosso do Sul, site da FAMS e site da FEMEMS.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

A Transformação da GT3

Segundo andei lendo em vários blogs e sites de notícias, Antônio Hermann (O homem das Mil Milhas, que é sócio de uma das promotoras da GT3) anunciou uma série de mudanças na categoria.

Primeiro: Extinguem-se a Porsche Cup e o Trofeo Maserati. Os carros dessas duas categorias integrarão a nova categoria chamada GT BR4. Outros carros homologados pela FIA para a GT4 podem ser trazidos por equipes interessadas.

Segundo: A GT3 muda seu nome para GT BR3. E quatro Ferraris do antigo Ferrari Challenge serão adaptadas para integrar o grid.

Terceiro: Para "engrossar o caldo do feijão", as duas categorias correrão ao mesmo tempo, pontuando em separado. Não é nenhuma novidade, "misturebas" desse tipo acontecem em dezenas de categorias ao redor do mundo. E, para "não dar indigestão", as provas ocorrerão em finais de semana diferentes das provas de Stock Car.

Quarto: Imitando a ideia de Felipe Massa, haverá uma categoria de superbikes (independente da CBA ou CBM) com motos de 1000cc. Dado isso, o novo show de velocidade só ocorrerá em pistas homologadas para motociclismo. Jacarepaguá está fora, pois será demolido (Meus pêsames aos entusiastas e pilotos cariocas), e o circuito do Velopark pode ser uma das pistas que sediarão o certame.

Quinto: Para alívio dos pilotos e das equipes, as taxas de inscrição caíram para um terço do valor de 2009. Isso significa, mais equipes, mais pilotos, mais carros. E acabou a obrigatoriedade de duplas, agora as equipes podem correr com um ou dois pilotos por carro.

Sexto: Muda o ranking dos pilotos, que continuam com suas graduações (Platina, Ouro, Prata e Bronze), mas agora o ranqueamento será dado levando em conta outros fatores. Não entendi isso muito bem, mas acho que tem a ver com estilo de pilotagem e assiduidade às provas.

Sétimo: As Mil Milhas ocorrerão no final do ano, como prova extra-campeonato, com pilotos e equipes convidados do Brasil e do mundo. Realmente, uma volta por cima pra prova que foi cancelada este ano.

Oitavo: Não se sabe ainda, mas os promotores do agora Torneio Itaipava GT Brasil estão negociando com outras categorias para fazerem parte do certame. Uns arriscam a já veterana Copa Clio, outros dizem que acenam para a Fórmula 3, e outros ainda jogam suas fichas no Brasileiro de Endurance (Endurance, Mil Milhas, tudo a ver, não?)

Nono: Alvíssaras para a Itaipava que, ao contrário de muitas grandes empresas no Brasil, tem investido no esporte a motor. Tomara que lancem uma Itaipava sem álcool, para eu poder tomar uma garrafa.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Lá fora: Corridas na Guiana


Pra quem perdeu a aula de geografia, a Guiana fica entre a Venezuela e o Suriname. É um país que fala inglês, com mão inglesa, e que é mais ligado culturalmente ao Caribe do que à América do Sul propriamente dita. E, quem regula o esporte a motor na Guiana é o Guyana Motor Racing and Sports Club (GMR&SC).

O único autódromo da Guiana é um aeroporto desativado, com poucas curvas, a maioria delas de 90 graus, como a antiga pista de pouso que era.

South Dakota Circuit, Timehri, região de Georgetown. O autódromo é só 1/3 de toda a pista, que é usada em sua totalidade apenas nas provas de endurance.

O asfalto na reta é meio segmentado, mas nada que impeça a diversão.

Carros dos Groups 4 (O Mazda na frente) e 3 (Os outros dois). A condição do asfalto é bem visível nesta foto.

As provas de automobilismo, motociclismo e kartismo da Guiana correm no mesmo dia, na mesma pista. As categorias são Turismo (Rookies, Group 2A e Group 2B, Group 3 e Group 4), Motovelocidade (Superbikes e Lightweight) e Kart. Em um só dia, ocorrem até 22 corridas, sendo até três de cada categoria! Prato cheio pra qualquer entusiasta!


Vamos falar um pouco de cada: A Rookies (Que, creio, se chamava Group 1) é a categoria dos novatos, com carros de pouca potência. Seriam o equivalente às corridas de novatos aqui no Brasil.


Já na Group 2A e a Group 2B, correm carros com um certo nível de preparo - Equivalente às nossas categorias de Marcas.

Sim, o prateadinho com faixas laranja é um Lotus.

Por sua vez, Group 3 e Group 4 são como a "Força Livre", onde correm os carros mais potentes.

O carro mais à esquerda é o pace-car, abrindo caminho pro pau comer solto.

Na Superbikes, bem... Correm as superbikes. Como aqui no Brasil.


A Lightweight é uma versão "só asfalto" da Supermoto, onde correm motos de dois tempos e 125 cc. Seria o equivalente às provas semi-profissionais de RD 135.

A largada é como no Motocross. Mudam só os pneus.



E, por sua vez, os karts guianenses são "shifters", ou seja, têm marchas. Usam motores 125cc de motos de cross. Novamente, o equivalente aqui usaria motor RD 135cc, mas desta vez, em karts.


Guiana sedia também uma prova do Internetional Race of Champions, quando correm pilotos e equipes de todo o Caribe. Vêm pilotos até dos EUA, França e Canadá! O Suriname, embora não tenha autódromo (Não que eu saiba), também comparece no evento, com pilotos e máquinas - Grande parte delas, japonesas.

Também possui uma prova de endurance, na qual eles usam a totalidade do circuito (Inclusive a área no meio da floresta), em uma prova de três horas.

E também tem provas de arrancada.


Na lista de pilotos, muitos sobrenomes conhecidos no Brasil, como Mendonça, Menezes, Vieira e Gouveia. E o diretor da prova se chamava Kit Nascimento!

Kit Nascimento, o risonho da direita.

Não me chamem de racista, mas em que outro lugar pode se ver tanto preto correndo de carro? Nem em Angola!

E aqui vai uma "espetadinha" do Snowmeow: Algum brasileiro já foi correr lá ou ver alguma corrida em Guiana? O que acham de uma "Legião Brazuca" pra desafiar os guianenses? (Eles têm um regulamento bem flexível)

Fotos tiradas do site do Guyana Motor Racing & Sports Club.

sábado, 12 de setembro de 2009

Regionais lá fora: British MZ Racing Club


O BMZRC (British MZ Racing Club) é uma associação de entusiastas (Ingleses, lógico) da motovelocidade que correm com... MZs. Sim, aquela MZ, vinda da Alemanha Oriental, que foi vendida aqui no Brasil na década de 80, que com 250 cc era menos potente que uma CG 125 com gasolina batizada, nas mãos de um bom mecânico pode render até 41 cv de potência.

Mas os britânicos não se contentam em apenas aumentar a potência da moto, eles também reduzem o peso, trocam rodas, pneus e escapamento, colocam rabeta de competição e freio a disco na traseira. Mas mexer na moto tem suas limitações, que é justamente para evitar elevação de custos.

(Mas carenagem que é bom...)

Dá pra ver que, como a moto é de 250 cc, o "number plate" segue as antigas normas da FIM, sendo verde com número branco.

É uma categoria barata, e conta com grande número de participantes, como se pode ver neste vídeo, gravado naquela pista que eu havia falado no post anterior: Lydden, Reino Unido.



Um detalhe interessante é que os novatos vestem, por cima do macacão, uma jaqueta laranja. Se é uma medida de segurança ou uma forma fácil de responsabilizar a imperícia dos calouros, isso eu não sei.

O número 12 da foto é um novato: Olha a "jaqueta" sobre o macacão.



Parece que a jaqueta diz: "Cuidado! Novato na pista!"

Quem quiser saber mais sobre essa categoria, quem sabe, visando a possibilidade de implantá-la aqui (MZ é o que não falta!), dê uma passadinha neste site (Em inglês).

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Quem disse que Monark é só bicicleta?

Monark, para quem não sabe, é uma empresa sueca, mas se tornou tão popular fabricando bicicletas aqui no Brasil que muita gente pensa que a empresa é nacional. E, se aqui, ela fabrica bicicletas, em seu país natal, a Suécia, fabricou muito mais.

Podemos dizer que foi uma das melhores motos de cross na década de 60, e não estou lembrado o porquê de ter parado com as motos. Todavia, estas fotos que eu peguei da internet mostram a empreitada da Monark na motovelocidade, em especial as 500 cilindradas e o Side-Car.

Mas a moto mais impressionante da marca foi feita em 1973. Pode-se dizer que foi a primeira moto com o "number plate" na rabeta.


Era uma moto tão leve e de centro de gravidade tão baixo que parecia uma verdadeira revolução!

Todavia, o projeto não deve ter sido bem-sucedido, e deve ter decretado o fim da produção de motos.

O quadro é muito simples, mas pelo fato da moto ser tão baixa, devia ser terrível para um piloto guiá-la.

Hoje, a Monark sueca fabrica umas bicicletas muito "família", bem diferentes das feitas pela marca no Brasil.

Caso eu ache, postarei fotos da Monark de Cross (Isto é, caso interesse a quem ver meu blog, hehe).