segunda-feira, 11 de setembro de 2017

[MISTÉÉÉRIO...] Seria o protótipo BKR, o Nishimura Mariella?

Há muito eu queria saber sobre o "protótipo BKR", que era um concorrente e tanto do Aldee Cupê nas provas de automobilismo do Espírito Santo.

E ontem eu estava pesquisando mais sobre um carro-conceito que seria lançado como carro-esporte em 1994, chamado Nishimura Mariella, concebido na FEI para ser um esportivo puro-sangue (Apenas 680 Kg empurrados por um motor do Tempra Turbo).

Foi quando me deu um clique na cabeça e resolvi comparar as duas fotos.
Não são o mesmo carro, mas a semelhança chega a assustar!

Se alguém tiver mais alguma informação sobre o protótipo BKR, escreva nos comentários.

domingo, 10 de setembro de 2017

[POSSANTE VIRTUAL] Stock Car 2017 para RFactor!


E mais uma conversão para quem ainda curte o bom e velho RFactor 1:
STOCK CAR 2017!
Demorou mais saiu!
Curtam o link!
Stock Car 2017 para RFactor


sábado, 9 de setembro de 2017

[POSSANTE VIRTUAL] Marcas 2013 pro RFactor!


Venho com mais uma conversão para rFactor, desta vez, eu dei uma caprichada no mod Copa Petrobras de Marcas 2013.

Seis marcas (Chevrolet, Ford, Toyota, Honda, Mitsubishi e Renault), e 23 equipes. é carro pra cacete.

Este mod também foi convertido "por tabela": Originalmente, era um mod para Game Stock Car Extreme, soltado pela própria Reiza, que a equipe da LPVW converteu para o Game Fórmula Truck, possibilitando assim que tivessem arquivos vitais para eu poder fazer minha conversão.

Ainda assim, precisei usar um pouco da estrutura (Como o UIData) do Copa Petrobras de Marcas 2012, mas os modelos e os sons vieram do Game Stock Car.

Segue o link:
Marcas 2013 pro rFactor


terça-feira, 5 de setembro de 2017

[POSSANTE VIRTUAL] imagine esta belezinha no RFactor!

Brasinca 4200 GT, também conhecido como Uirapuru.







O único ser humano da face da Terra que modelou o primeiro GT brasileiro foi o Irmão do Décio, que gosta de fazer releituras e, de vez em quando, modelagens de clássicos brasileiros.

O que acha de fazer uma petição para ele liberar essa belezinha para download para o meu colega Fernando Alvarenga converter para RFactor e Automobilista?

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

O que acontece em um "Club Track"?

Olha, com certeza, acontece muita coisa. E tem muita coisa criativa.

Vamos tomar Franca, por exemplo, que possui o autódromo Speed Park que muita gente ainda pensa que é um kartódromo grande.



Por exemplo, desde 2011 existe uma corrida bastante inusitada chamada "Pé na Tábua", que envolve carros com mais de 80 anos. Calhambeques, mesmo! E, recentemente, passou a incluir um evento chamado TT: Tira-Teima com motos históricas! O que começou como uma piada, virou atração. O Tira-Teima, desde 2014, passou a ser no kartódromo de Barra Bonita, onde costumam-se ter corridas de RD 135, mas a Corrida de Calhambeques ainda é em Franca.



As RD 135 também correm em Franca, onde têm mais espaço do que numa pista de kart. E há uma categoria regional que corre em Franca, chamada "Fórmula 1000", com carros de turismo de motores de 1000 cc.

As RDzinhas arrepiando

Os "Milocas" também sabem correr!

Também tem campeonato de som, Track Days e arrancada (201 m).



E agora também tem Drag-Bike (Arrancada com motos).



E, conforme a criatividade dos administradores de um Club Track, provas e eventos muito interessantes podem ocorrer, por exemplo, o Racha Noturno...


 Ou campeonato de drift...


Sem falar nas provas de kart. Ou seja, acontece MUITA COISA em um "Club Track".

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Matando a charada do GT1 Centro-americano


Desde que eu tinha visto os carros da categoria GT1 do Centro-americano de Automobilismo, eu tava encucado. Geralmente, pessoal da América Central não tem tecnologia para conceber carros desse tipo e com essa potência! Como eles poderiam ter carros assim?

Daí, enquanto eu estava dando uma bizolhada na SCCA, dou de cara com uma categoria chamada GT1, com o mesmo feitio e a mesma faixa de potência.
E a descrição sobre a categoria GT1 da SCCA é a seguinte:

"Several of the current front running cars in GT-1 are last year's Trans-Am cars, and many of these GT-1 drivers compete in select Trans-Am events throughout the season. "

Tá aí! Eles importam os carros dos EUA, de uma série chamada Trans-Am ou de sua equivalente amadora da SCCA, que também se chama GT1! É como se os paraguaios comprassem carros das temporadas passadas da Stock Car do Brasil e lançassem tal categoria por lá!

Acima, um Corvette da categoria GT1 da SCCA, abaixo, outro Corvette, da categoria GT1 do Centro-Americano de Automobilismo. Praticamente o mesmo carro, fora detalhes aerodinâmicos.

É bem cômodo para eles, os carros já estão prontos, não são muito caros (Pode-se comprar os itens separadamente e ir montando) e como os EUA são "logo ali", a reposição de peças não é um bicho de sete cabeças.

Mas eles não usam apenas os Trans-Am, a categoria GT1 centro-americana também lança mão de Porsches, e entre 2008 e 2010, um carro ganhou destaque por usar um motor 2.0 turbo contra os V8 (E dar canseira neles!), mas o que me chamou a atenção foi outra coisa:



Este "Nissan Tiida" não te lembra... Certos carros que correm pras bandas de cá?


sábado, 26 de agosto de 2017

Circuitos de Rua Obscuros do Brasil - Circuito da Cavalhada

Este circuito não é nem um pouco "obscuro", muito pelo contrário, foi um dos circuitos de rua mais famoso da "Era Prè-Tarumã" no Rio Grande do Sul. Assim como o famoso Circuito da Gávea, no Rio de Janeiro, ele era comprido e tinha vários tipos de solo.

A seguir, informações do blog Carros e Corridas em Fatos e Fotos, que traz também fotos e detalhes da última prova no circuito, em 1968

Localizava-se entre os bairros de Cavalhada e Vila Nova da cidade de Porto Alegre. Foi utilizado pela primeira vez em 1958, numa prova pelo campeonato gaúcho. Seus 6,492 km de extensão tinham terra seca, brita, saibro e paralelepípedo. O sucesso da prova anual foi grande até 1963. Após quatro anos de interrupção a prova no circuito da Cavalhada-Vila Nova voltou em 1968 com a disputa das 12 Horas de Porto Alegre, nos dias 21 e 22 de dezembro. A largada era na Avenida Cavalhada, esquina com a Otto Niemeyer em direção  da Rua João Salomoni. Após a largada, contornava-se um “S” em alta velocidade até a    curva do Posto Ipiranga. Daí até a Igreja da Vila Nova (já na Salomoni), percorria-se  curvas suaves em descida constante. Próximo à igreja, um outro “S” muito veloz e em seguida    forte redução de marcha para contornar a esquerda (onde fica a igreja) a quase 90º. Sai-se    de lá com “pé no fundo” já na Avenida Vicente Monteggia em subida. Curva à direita e depois, quase um quilômetro em subida pela Monteggia para entrar numa descida, onde se alcançava a maior velocidade do circuito, durante uns 600 metros. Duas curvas  longas –  uma à esquerda e outra à direita- antecediam a famosa e perigosa Curva da Padaria – a mais fechada do circuito- com praticamente 90º também (mas, bem mais estreita que a curva da igreja) onde os carros saíam a menos de 60 km/h. Daí era só alegria na  descida  da  Cavalhada até o Posto Atlantic –diante de uma curva em meia-lua- feita a 100 km/h, para tomar a reta de quase 400 metros até a linha de chegada.
Em 1963 o veterano Breno Fornari, com seu Simca n°35, estabelecera o recorde da volta em 3’31”82 a uma média de 110,337 km/h.
Já em 1968, Pace não participou da última etapa do campeonato brasileiro de 1968. Na tradicional premiação anual da época - Prêmio Victor – o campeão brasileiro Luiz Pereira Bueno ganhou como o melhor piloto do ano. Outros destaques na premiação foram Pace -melhor piloto de protótipos de 1968, Emerson Fittipaldi - o melhor da F6rmula-Vê- e Alex Dias Ribeiro -"Piloto Revelação de 1968".


Segue foto do circuito via satélite, pra dar uma dimensão do tamanho da bagaça: