Mostrando postagens com marcador Campanhas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Campanhas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

Excelente vídeo de uma campanha pra salvar o AIC

 Houve um debate, acho que na Câmara de São José dos Pinhais, com os feladaputas que querem destruir o AIC pra construir um condomínio-parque, e com aqueles que lutam para manter seu meio de vida em pé e operando. Vou por o vídeo abaixo para que assistam.

As melhores frases do vídeo:
-"Tem gente que vem de outros estados pra ver corrida aqui. Quem que vai vir de outro estado pra ver um parque com laguinho?"
-"Vocês não serão conhecidos como uma empresa que construiu um condomínio; vocês serão conhecidos como a empresa que destruiu o Autódromo de Curitiba."

Se você puder (E quiser), adira à campanha, mesmo que só colocando a hashtag #SaveTheAIC no teu Insta, no teu Face, ou mesmo no teu Twitter.

Segue o video. #SaveTheAIC



quinta-feira, 19 de setembro de 2019

E de nada adiantou o MIMIMI da FASP...

Apesar da FASP batendo o pé, a SP Turis ignorou solenemente o MIMIMI da entidade paulista, e permitiu à LDA - Liga Desportiva de Automobilismo, entidade paralela à FASP - fazer suas provas no Autódromo de Interlagos, já em 2018.

Pra quem está por fora: A LDA foi fundada por pilotos que estavam descontentes com as taxas absurdas praticadas pelos clubes e entidades ligados à FASP. Com uma fórmula de baixo custo, contenção de gastos e visando os pilotos veteranos que queriam voltar a correr, a Liga entrou em atividade. Mas o preço baixo não atraiu apenas os veteranos, e muitos pilotos novatos - E também muitos pilotos de fora do estado - aderiram à LDA, que já foi acusada pela FASP de promover um "Evento Pirata".
E, dentre as entidades que ajudaram a fundar à LDA, está nada menos que o Centauro Motor Clube, simplesmente o clube de esporte motorizado mais tradicional do Brasil. Se você é das antigas, já sabe do que se trata. Se você não sabe, um nome pode refrescar sua memória: MIL MILHAS.

Outras entidades filiadas à LDA são a Federação Paulista de Antigomobilismo, A Associação Brasileira de Kart e o Automóvel Clube do Grande ABC

Atualmente, a LDA promove oito categorias, sendo elas: Hot Cars LDA, Copa Opala, New Speed, Fórmula LDA, Copa Clássicos de Competição, Força Livre LDA, Marcas & Pilotos LDA e Turismo LDA. Seguem as descrições, "xerocadas" do site da LDA:

HOT CARS LDA:
Imaginem um Passat 1986 chegando ao final da reta de oposta na casa dos 200 km/h, sim, é possível na Hot Cars.
Ícones da indústria automobilística nacional como Gol, Voyage, Passat, Uno, Maverick, Puma, Karmann-Ghia, Farus, Bianco, Corcel 2, Chevette, são alguns dos modelos encontrados na pista nessa categoria.
Disputando posições juntos, lado a lado a categoria possui algumas subdivisões de acordo com a potência do motor e a preparação, sendo elas Divisão 4, Divisão 5, Divisão 8 e Grupo N Fia.
Na Divisão 4 os motores têm 1600cc com alimentação feita com carburadores com no máximo 40mm de abertura de borboleta, chegando aos 185,km/h com a volta completa em 2:05. segundos.
Na Divisão 5 com preparação mais livre, os carros chegam a completar a volta em Interlagos na casa dos 2:01 segundos, com motores beirando aos 200 cavalos de potência, utilizando-se de pneu radial e alcançando os 200 km/h.
A divisão 8 é reservada aos carros com motor V8, Maverick, Dodge e Landau, lembrando os carros da antiga Turismo 5000 de tanto sucesso em Interlagos.

COPA OPALA:
Sem descrições, mas é mais ou menos como a Old Stock.

NEW SPEED:
A New Speed 1600, vem para resgatar o brilho e o charme das corridas de Fusca.
O pequeno e adorado carro, que por onde passa arrasta uma multidão de fãs, tem seu espaço garantido na grade de competições da Liga Desportiva de Automobilismo.
Mantendo a aparência quase que original, esses carros são capazes de chegar ao final da reta de Interlagos a beira dos 180km/h.
Equipado com o tradicional motor boxer contraposto refrigerado a ar, com cabeçotes levemente retrabalhados, utilizando dois carburadores Solex 32 e comando original essa "usina" que originalmente mal passa dos 60 hp passa a desenvolver cerca  de  100hp, deixando muitos carros grande para trás. Seu tempo em Interlagos está em torno de 2:08 segundos.

FÓRMULA LDA:
A Fórmula LDA é composta por carros monopostos equipados com motor Ford  Zetec 1.6 de 8 válvulas, com preparação restrita para manter a categoria a um investimento acessível e viável para os pilotos que desejam iniciar a carreira nos fórmulas, o propulsor gera cerca de 125 cavalos de potencia.
Pequenos, leves e ágeis os Fórmulas são especialmente projetados para competições, viram em torno de 1:57 segundos atingindo os 195 km/h, calçados com rodas de liga leve aro 15" e pneus Momo 195x50.
A bordo de carro semelhantes a esses no passado, Emerson Fittipaldi, Marivaldo Fernandes, Chico Lameirão, Carol Figueiredo, entre outros, deixaram sua história no automobilismo.
Além de históricos, a Fórmula 1600 é um das principais categorias de acesso para quem visa um futuro de vitórias em grandes fórmulas.

COPA CLÁSSICOS DE COMPETIÇÃO:
A Copa Clássicos de Competição é a porta de entrada para o automobilismo, de uma forma rápida e bem em conta.
São duas divisões sendo A e B:
Na divisão A os carros devem obedecer o tempo máximo da volta em 2:15 segundos, já na B o piloto deverá manter-se dentro do tempo de 2:20, abaixo desses tempos é aplicada uma penalização de tempo que será acrescida ao resultado final da prova.
Muitos dizem ser fácil correr dentro desse tempo, porém enganan-se. Dentro do carro é proibido qualquer tipo de relógio, o que deixa a competição ainda mais emocionante.
Os carros são Passat, Gol, Puma, Karmann Ghia, Fusca, Fiat 147, Oggi, Corcel, DKW, Chevette entre outros.

FORÇA LIVRE:
A Força Livre é a categoria mais democrática do campeonato da Liga Desportiva de Automobilismo. Trata-se de uma categoria tradicional cujo modelo é utilizado em qualquer lugar do planeta onde haja uma corrida com diferentes veículos.
É comum na pista a disputa por posições entre Fusca, Gol, Corsa, protótipos, Maverick, Opala, e "gaiolas" da Stock Car, Pick Up entre outros carros que têm seus pilotos correndo no seu limite.
Os motores são de preparação livre e cada preparador, com autonomia de fazer o que achar mais conveniente para obter resistência e potência de seu equipamento.

MARCAS & PILOTOS LDA:
Nenhum segredo aí, é o bom e velho regulamento do Marcas.

TURISMO LDA:
No Turismo LDA, os carros competem com pneus radias de aro 13, carburador original do modelo do carro com retrabalho interno permitido em regulamento. Motor até 1.6 (Exceção liberada para os Dodge 1800), 4 cilindros, 8 válvulas, carros com 25 anos de idade ou mais.
Geram entre 140 e 150 cavalos de potência, chegando a uma velocidade final de 180km/h com tempo em torno de 2:10 segundos.

Além disso tudo, ainda tem a iniciativa "Piloto por 1 dia", que visa atrair entusiastas para se credenciarem na Liga. E, em breve, uma escola de pilotagem oficial será aberta. 

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Petição pela reabertura do Autódromo Geraldo Backer (Mestre Álvaro)

O povo da gasolina do Espírito Santo está empenhado em ter o Autódromo Geraldo Backer de volta.
Fizeram até uma petição.



Precisamos de uma praça de esportes de velocidade novamente em nosso Estado, para movimentar a economia da região e trazer mais uma opção de lazer a para população e desenvolvimento de pilotos no Estado do Espírito Santo, fechado desde 2012 o único autódromo do ES se encontra com suas atividades paralisadas e toda a família da velocidade está tendo que ir a outros estados para praticar o desporto, fortalecendo a economia e o turismo de outros estados.

se você estiver interessado em ver o lugar funcionando em vez de sendo apenas mais uma pista no Automobilista ou RFactor, assine aqui:Queremos o Autódromo Geraldo Backer de volta!

terça-feira, 5 de setembro de 2017

[POSSANTE VIRTUAL] imagine esta belezinha no RFactor!

Brasinca 4200 GT, também conhecido como Uirapuru.







O único ser humano da face da Terra que modelou o primeiro GT brasileiro foi o Irmão do Décio, que gosta de fazer releituras e, de vez em quando, modelagens de clássicos brasileiros.

O que acha de fazer uma petição para ele liberar essa belezinha para download para o meu colega Fernando Alvarenga converter para RFactor e Automobilista?

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

O MIMIMI da FASP com as Ligas Independentes

O que parece ser, a princípio, uma boa ideia para resgatar o automobilismo de raiz, que foi fundamental para a formação das lendas do volante que nós tivemos, parece estar mexendo com os brios da maior federação de automobilismo do Brasil, a FASP.

Isso porque A SP Turis, administradora so Autódromo de Interlagos, autorizou o uso do espaço para um campeonato que está sendo organizado por uma das ligas independentes, a Liga Desportiva de Automobilismo.

Por décadas, o automobilismo paulista tem se restringido a Interlagos ou às provas de velocidade na Terra, e o asfalto interlacustre tem sido cada vez menos e menos acessível, dadas as demandas da FASP, cada vez mais exigentes. As ligas independentes surgiram justamente para driblar esse imbróglio. E, com dois autódromos curtos - ECPA, em Piracicaba, e Speed Park, em Franca - o automobilismo paulista de raiz não precisaria ser mais dependente de Interlagos. Mas era Interlagos que as ligas queriam, e foi Interlagos que a SP Turis, administradora de Interlagos, cedeu na forma de um Termo de Ajuste de Conduta.

Quem não gostou nada disso foi a FASP, que rapidamente soltou um comunicado-prensa, ameaçando os pilotos filiados que ousassem participar desse "evento pirata"(sic).
Segundo a própria FASP, a única Liga Independente que ela reconhece é a Liga Paulista de Automobilismo, responsável pelas provas de kart da Granja Viana, e algumas provas (Em especial de arrancada) no circuito da ECPA em Piracicaba.
Claro, ECPA não é Interlagos...
E a LDA não deixou por menos, rebatendo os argumentos da FASP em um comunicado próprio.
Só meus dois centavos: Já houveram, pelo menos duas outras tentativas de se criar ligas independentes de automobilismo. Uma delas foi a LIA de ninguém menos que Nelson Piquet. Tinha ESPRON, tinha Fórmula Petrobras e, lógico, tinha juras de morte da CBA. A LIA se foi, e o Piquet foi rastrear caminhão via satélite, e ganhou rios de grana com isso. Outra delas foi a LIVRE Brasil, também querendo preencher lacunas que a CBA não queria ver preenchidas, mas aí o caso deve ter sido falta de confiança dos pilotos e equipes. O site ainda está lá, mas a única prova agendada é a 1ª Etapa da Copa Oeste de Veloterra de 2015 - Repetida quatro vezes. Mas, em ambos os casos, foi uma tentativa de questionar o poder da CBA. Agora, estão fazendo mais na maciota, tentando ganhar a simpatia da CBA para corridas a nível regional para - Quem sabe um dia? - Darem o bote fatal.
O curioso é que as duas empresas ainda constam como ativas. Foi mal, Piquet, mas não achei o logotipo da LIA, então eu improvisei um. xD

terça-feira, 27 de maio de 2014

"Keis" e "Quadriciclos": Por que não?

O Possante vai dar um "break" no Esporte a Motor e tratar de uma ideia que pode beneficiar o trânsito, e até mesmo a qualidade de vida no tocante a automóveis. Algo que já devia ter sido implantado no Brasil faz tempo:
Carros menores, limitados, mas mais baratos e desonerados.
Temos dois conceitos que poderiam ser aplicados no Brasil, um japonês e um europeu. Ambos têm suas óbvias vantagens, e também suas óbvias limitações. Mas seria o caso de se rever o Código de Trânsito.

Vamos começar pelo conceito japonês: O Kei Jidosha (Ou, mais popularmente conhecido, Kei-Car)
(Mazda/Autozam AZ-1)

No Japão, os Kei-Cars (Kei Jidosha) são isentos de alguns impostos, têm desconto em outros, pagam seguro mais barato e você não precisa comprovar que tem garagem, ao contrário dos carros de tamanho convencional. Em troca, a cilindrada máxima permitida é de 660cc (Tipo Yamaha XT) e a potência máxima permitida é de 64 cv, além de possuir comprimento, largura e altura máximos determinados por lei e uma placa especial. Muitos desses carrinhos não têm porta-malas e os que possuem mais espaço interno parecem freezers com rodinhas. Alguns atingem velocidade máxima de 120 Km/h.

O Brasil já importou Kei-Cars (Daihatsu Cuore e Subaru Vivio), mas eles tinham tributação normal, como qualquer outro carro.
(Subaru Vivio vendido no Brasil)

O Brasil já fabricou microcarros (Quem não se lembra do Romi-Isetta?), mas o conceito europeu que existe hoje, o dos Quadriciclos, nunca foi aplicado aqui. Na França, são chamados de VSP (Voiturettes Sans Permis), enquanto que em Portugal são conhecidos também por Veículos Sem Carta, na Grã-Bretanha são chamados de License-Free Vehicles, e nos EUA, de Motorised Quadricycles.
(Aixam Crossline)

Na França e no resto da Europa, os Quadriciclos são ainda mais limitados que os Kei-Cars, com motor (Quase sempre Diesel) de no máximo 500cc e 20 cv, e geralmente, só cabem duas pessoas e um pouco de bagagem. Em compensação, podem ser usados por pessoas sem habilitação e por menores de idade a partir dos 14, 15 ou 16 anos de idade (Varia com o país). Alguns modelos possuem versão elétrica.
(Ligier Nova)

As líderes nesse segmento são as francesas Aixam, Microcar e Ligier (Sim, a da Fórmula 1).
Em certos países, como a Grã-Bretanha e recentemente Portugal, passou a se exigir uma carta de moto e quadriciclo, devido a certos atos de indisciplina com os carrinhos. Nos EUA, eles são proibidos de trafegar em estradas (Dada à velocidade máxima de 50 Km/h ser impraticável nas estradas americanas), sendo restritos à área urbana. Tanto que as versões elétricas lá são chamadas de NEV (Neighborhood Electric Vehicles) e algumas chegam a nem ter portas.
(O Renault Twizy é considerado um NEV [Neighborhood Electric Vehicle] nos EUA)

Como as pessoas geralmente usam os carros para transporte individual, então faria mais sentido um carro menor, que consuma menos, polua menos (Ou nada, se for elétrico) e ocupe menos espaço, seja na rua, seja na calçada. É uma ideia a se pensar. Sugiro até mesmo a volta das placas amarelas com duas letras e quatro números para essa nova categoria de veículos, sejam os "Keis", sejam os "Quadriciclos".

No Brasil, já há uma iniciativa espontânea de um certo Caio Strumiello,que a partir de um quadriciclo (Uma moto de quatro rodas), criou um quadriciclo (Um microcarro), chamado Nanico.
(O Nanico)

Gostaria de receber comentários com opiniões acerca dessa ideia. Saber o que o povo pensa.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Lá Fora: SCCA Club Racing

Todo mundo sabe que, nos EUA, a gasolina corre na veia do povo. Isso se reflete em corridas como as várias ligas de NASCAR, a Fórmula Indy e as fórmulas de acesso, e qualquer coisa que tenha um motor e rodas eles inventam uma categoria pra competir. Não chegam a ser tão loucos quanto os ingleses, mas o gosto herdado chega perto disso.

Uma prova é que os EUA são o país com o maior número de pistas de corrida do mundo inteiro, praticamente cada cidade dos EUA tem sua pistinha, desde um autódromo conhecido mundialmente, como Indianapolis, a uma mera pistinha de 500m de speedway (Uma categoria de motos onde se corre derrapando em círculos).

Por lá proliferam as Club Tracks, que são pistas de asfalto com pouco mais de 1 Km a 2 Km de extensão, usadas para as categorias de Club Racing. Se você não sabe o que é uma Club Track, citarei algumas aqui no Brasil: Autódromo Geraldo Backer (Serra - ES), Autódromo Dito Gianetti/ECPA (Piracicaba - SP), Speed Park (Franca - SP). Em comum, possuem tamanho reduzido, são pouco conhecidas, e sua estrutura permite competições apenas para veículos de baixa potência.

A entidade máxima de Club Racing é a Sports Car Club of America, SCCA. É ela que rege as normas para as mais diversas categorias de carros que abrangem todos os tipos, tamanhos, marcas e idades. É o legítimo Chinelão Caipira.

Separei até um vídeo que mostra uma corrida de 2007, transmitida pelo extinto canal Speed.



Bem que poderia ter esse nível de amadorismo no Brasil, também.Uma categoria parecida com uma mistura de Marcas regional com a Classic, mas com regras mais flexíveis e incentivo à importação de carros usados para competição. O congelamento da GT Brasil acendeu a luz amarela. Se não tivermos clubes dedicados ao esporte a motor amador, o destino do esporte a motor profissional estará selado.

Imaginem, vocês, se não houvessem campinhos de futebol amador, que todo o futebol jogado no Brasil deveria ser profissional e deveras custoso para praticar. Seria o fim do futebol no Brasil em uma questão de anos!

sexta-feira, 29 de março de 2013

O que deu errado na Fórmula 3 "sul-americana"?

Não é novidade pra ninguém, a Fórmula 3 "sul-americana" (Coloco entre aspas porque, a bem da verdade, só corre no Brasil e só tem pilotos brasileiros de uns tempos pra cá) anda mal das pernas. E quando eu digo mal, eu digo MAL.
Corremos sério risco de ver a principal categoria de monopostos do Brasil ir pro vinagre de vez!
O que foi que deu errado?
Bom, eu posso aqui dar os meus dois centavos, na opinião de (possível) espectador, ou seja, na opinião de quem não é "do ramo", apenas um entusiasta que gosta de corridas e vê na F-3 um celeiro de futuros campeões da F-1 e da Indy.

Primeiro, a F-3 é CARA. CARÍSSIMA. Além de ser a mais forte dentre as F-3 de todo o mundo, também deve ser a mais cara dentre as F-3 de todo o mundo. E isso sem razão de ser.

Segundo, a F-3 "sul-americana" é "spec" (Um chassi, um motor pra todos). E não era assim na década de 90. E corridas "spec", a bem da verdade, não atraem público. Veja o "sucesso" da A1GP, da Fórmula Superliga e da Fórmula 2 (Aquela dos chassis Williams e motor Audi Turbo). Eram premissas boas? Talvez, mas o "fator Spec" matou as três categorias. A GP2 só se mantém por estar praticamente atrelada à Fórmula 1, e mesmo assim a versão Asia não suportou e teve que se fundir com a versão europeia da categoria. Categorias "Spec" só são boas para fórmulas-base e Gentlemen Drivers, o povo gosta de ver batalha de marcas. Por que acha que a Fórmula Truck faz sucesso?

Terceiro, a F-3 é brasileira, corre em pistas brasileiras, com pilotos e equipes brasileiros, mas o equipamento... Será que não existe UMA oficina no Brasil que saiba mexer com fibra de carbono para fazer chassis? Minelli, Moro, JL, Dimep, MC Tubarão, AC Cars, Techspeed, Próton, Aldee... Será que NENHUM deles seria capaz de mexer com fibra de carbono e fazer um chassi de Fórmula 3? E, mesmo que o chassi tenha que ser importado, tanta fábrica faz chassi de Fórmula 3, POR QUE RAIOS só pode ser Dallara?
(A Formula 3 alemã usa quatro marcas de chassi e muitas usam no mínimo duas)
E quanto ao motor? POR QUE RAIOS temos que mandar os motores serem preparados lá no Berta com tanto preparador de motor que temos aqui? Por que SÓ UMA opção de motor?

Quarto, QUAIS atrativos para pilotos, equipes e público tem a F-3 "sul-americana"? Não dá superlicença ao campeão (E olha que a nossa F-3 é a mais potente do mundo!), não possui espaço decente nas mídias, não atrai patrocinadores de peso, até o site oficial está defasado! Tanto é que o Chile possui a sua própria Fórmula 3, com fabricantes de chassi locais, sendo que os pilotos chilenos poderiam muito bem estar enchendo grid. E nós poderíamos estar com as máquinas rugindo em todo Mercosul e também no Chile.

O problema maior é que a Fórmula 3 "sul-americana" tem os custos de uma categoria top, mas não tem a "consideração", podemos dizer assim, de uma categoria top. Não é tratada como "um dos degraus mais próximos para a Fórmula 1, a Indy, ou o raio que o parta". É tratada como "Uma competição de filhinhos-de-papai que estão se preparando para disputar esse tipo de corrida na Europa".
Se a FIA desse direito à Superlicença ao vencedor da F-3 "sul-americana", por exemplo, como faz na F-3 europeia, britânica, espanhola e japonesa, com certeza, atrairia mais patrocinadores, chefes de equipe, pilotos e, principalmente, PÚBLICO! E seria, com certeza, SUL-AMERICANA, porque o que iria vir de piloto argentino, uruguaio, paraguaio, chileno... Viria piloto até do Panamá e de Trinidad & Tobago atrás de tentar uma superlicença sem precisar ir à Europa! Viria piloto até de Angola! E com certeza, teríamos aquela gostosa rivalidade "equipes brasileiras contra equipes argentinas".

Mas, para isso, a F-3 vai ter que mudar bastante, a começar pela CODASUR, que teria que cantar de novo no terreiro. Seguem minhas sugestões:
-Permitir novas opções de chassis além da Dallara;
-Preparação de motor a cargo das equipes, sem padronização. Motor pode ser de qualquer marca;
-Ao menos, uma corrida em cada país da América do Sul que possua um piloto e/ou uma equipe, e corridas-exibição nos países onde não houver, para despertar interesse;
-Uma fórmula de acesso, podendo ser "spec" ou aberta, para abrir a competição.
-Pneus devem ser feitos na América do Sul.
-Esquema de isenção de impostos semelhante ao praticado na Argentina, para atrair patrocinadores.
-Superlicença para o campeão da temporada, válida por 12 meses.

Ou algo é feito para mudar a situação da F-3 "sul-americana", ou tal categoria deixará de existir ou se desvirtuará e mudará de nome e regras, perdendo a filiação à FIA.

#prontofalei

quarta-feira, 27 de março de 2013

O som da "Formula 1 alternativa"

Big Open Single Seater Grand Prix, ou simplesmente, BOSS GP. Repetindo uma velha receita, mas com variantes.

A velha receita é usar carros de temporadas passadas (Alguns de temporadas já BEM passadas) da Formula 1 para fazer um campeonato próprio, receita já usada pelo Campeonato Britânico de Fórmula 1 e pela Fórmula 1 Sul-Africana, cujas matérias ainda estou devendo.

As diferenças são as seguintes:
1-Agora o campeonato é em nível continental, ou seja, corre em toda a Europa;
2-Há mais categorias Top além da F1 das quais pode-se pegar os carrinhos, ao contrário de uns 30 anos atrás. Se um F1 é muito caro pra você, pode-se testar um Indy, GP2, World Series, F-3000, AutoGP (Ex-A1GP), F-Nippon (Agora SuperGP), entre outras. Com isso, o ingresso na categoria ficou mais barato em relação às "Fórmulas 1 alternativas" de antes.

Já falei dessa categoria antres, já falei até mesmo do brazuca da BOSS GP, o Abba Kogan. Mas é sempre bom mostrar como é a bagaça, e para essa função, nada melhor que uns vídeos. Ah, se não reconhecer as pinturas, não faz mal, é que tem gente que repinta os fórmulas para ficar mais a seu gosto pessoal (Ou do patrocinador, pode muito bem acontecer...).

Então, aumenta o volume, porque aqui é só o "fino" das pistas.






Nota-se o clima garagista, mesmo com máquinas que podem custar de cem mil até um milhão e pouco de dólares.



Ufa, eu acho que ja chega, né? E aí, deu vontade de ver uma mistureba dessas aqui no Brasil? A pilotada tem que se organizar, porque se for depender dos cartolas, NUNCA que vai ter algo desse naipe rolando em Interlagos, por exemplo.
Carro pra vender, existe. Pro motor durar, pode cortar a potência pela metade, o povo quer barulho e carro correndo. É até mais seguro.
Pode-se comprar aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui também.
Quer saber mais sobre esta categoria? Aqui o site da BOSS GP.

sábado, 16 de março de 2013

Renascimento das Fórmulas no Brasil... Parte 2!

Tomando o excelente exemplo do Rio Grande do Sul, o Paraná resolveu (Em 2012, tô MUITO atrasado! >.<) criar sua categoria de Fórmula. E, na falta de uma, criou duas, que correm no mesmo dia, mas possuem regulamentos diferentes: A Fórmula Premium e a Fórmula Premium Light

Vamos começar pela Premium Light, que é uma categoria "Spec": Ou seja, um chassi e um motor pra todos. A organização se encarrega de guardar os carros e os motores são sorteados, havendo assim o máximo de igualdade entre os pilotos, que assim podem se impôr no modo como usam o volante.


Não sei quanto a vocês, mas acho que eu já vi esse carro em algum lugar... O conceito de se usar eixo dianteiro de Fusca em monopostos "acessíveis" parece ser uma constante. No Ceará, os Fórnula V usam o mesmo conceito, e obviamente, em São Paulo, a Formula Vee Brasil também. Até suspeitei que esses monopostos, antigamente chamados "Fórmula Pinhais", tivessem vindo do Ceará, mas parece que foi só coincidência.

Bueno, agora sim... *esfrega as mãos* Vamos falar da Fórmula Premium!
Anos atrás, eu pregava o surgimento de uma "Fórmula Livre", com motor 2.0 e chassis à escolha da equipe. De como isso é mania na Europa (Onde tem pegas de F-1 contra F-Indy! O.o), nos EUA e em outros países onde o Esporte a Motor é tratado pelas federações como coisa séria.
Pois, a Fórmula Premium é a que chegou mais perto disso!
Vamos ver os carros:


Tatuus, ex-Fórmula Renault, ex-Super Fórmula 2.0;


Techspeed, ex-Fórmula Chevrolet, ex-Fórmula 4, também corre na F-Gaúcha;


63MKT, ex-Fórmula Universitária (Que nem sei se chegou a acontecer...), ex-Fórmula Brasil, corre também na Fórmula Junior Gaúcha;


Dallara, ex-Fórmula 3 (Yes, isso mesmo!);


Minelli, ex-Fórmula Ford, ex-Fórmula SP, também corre na F-Gaúcha;


E um Endec, que também corre na F-Premium Light.
E o regulamento é claro:

"Na Fórmula Premium pode-se correr com qualquer marca de chassis, com motor até 1.8 standard com apenas um rebaixo de 1mm no cabeçote para dar um pouco mais de taxa no motor, pneus Slick da marca Pirelli, mesma medida utilizada na F3, Rodas de alumínio e carenagens livres." (Fonte: Site da Fórmula Premium)
Detalhe, não menciona marca de motor, então você pode usar um motor Lada majorado se achar que fica bom (VIU, FLÁVIO GOMES? xD).

A categoria ainda é novinha, começou ano passado e tem menos de 10 pilotos em cada categoria. Prevejo gente vindo com Fórmula Future, mais F-3 usados, Mais F-Renault abandonados, mais F-Ford e F-Chevrolet, e por que não, um F-V 1.8 do Nordeste poderia marcar presença também.

Eu tinha uma cisma quanto a colocar no mesmo grid carros de fibra de carbono (Tatuus, Dallara...) contra carros com chassi tubular - As vezes de aço (Techspeed, Minelli...), mas parece que os competidores não têm muita neura quanto a isso.

Sucesso à galera do Paraná! E, se de repente, pensarem em correr em São Paulo, não se acanhem. Se não der em Interlagos, tem ECPA (Piracicaba), Speed Park (Franca), e os particulares Velo Cittá (Mogi), Dimep (Itatinga) e Capuava (Indaiatuba). É só falar com os responsáveis.

E Força no Chinelão Caipira!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Mais um projeto: Maringá

Maringá, que conta com uma pista de pouso desativada para suas provas de arrancada, tem um entusiasta defendendo a construção de um Autódromo.

A frase do poeta irlandês Oscar Wilde reflete com precisão o pensamento do empresário OSWALDO J. BOSO, idealizador do projeto Autódromo em Maringá, que objetiva dotar a admirável “cidade canção” de um moderno autódromo que possibilite o desenvolvimento do automobilismo na cidade e região noroeste.
Para esse apaixonado pelas competições automobilísticas a construção de um moderno autódromo atenderá os anseios de milhares de jovens que praticam esse esporte em locais inadequados e às vezes causando acidentes.
“BOSO” desde maio de 2008 vem colhendo assinaturas para o fortalecimento desse movimento reivindicatório. Cidades como Londrina, Cascavel e São José dos Pinhais contam com autódromos que cediam competições de alto nível do Automobilismo Estadual, Interestadual e Nacional.
Essas competições atraem multidões, recebem altos investimentos, aumentam a arrecadação do comércio, geram empregos e divulgam os nomes dessas cidades no Brasil e no exterior.
Maringá, como a terceira maior cidade do estado, não pode continuar sem um autódromo.
“AUTODROMO JÁ” é a palavra de ordem para todos que amam Maringá e se empenham pela evolução! Enfatiza BOSO que, na busca de maior representatividade, lançou seu nome como candidato a Deputado Estadual pelo PRB com o número 10333.
É necessária a conscientização de todos, principalmente da juventude, para que BOSO da Eletrônica (como é conhecido), através da força política possa transformar esse sonho em realidade.

Se o cara conseguiu se eleger, eu não sei. Mas, fica aí o registro de mais um sonho de popularização do esporte a motor.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Amor e falta de grana - Este que vos escreve precisa de ajuda

Não é segredo pra ninguém, eu estou namorando uma garota muito linda e carinhosa, meiga e carismática, perfeita para mim.

Bom, tem uns que ainda não sabem, e pra minha sorte, eles não conhecem este blog ^^

Só que eu preciso de ajuda. E é sério.

Meu benefício (recebia um amparo social de R$510 por mês) foi cortado por ordem judicial devido ao INSS entrar com recurso contra a ação que me garantia o direito. Possuo epilepsia, e o pessoal daqui de Penápolis não dá emprego para quem possui tal doença, devido ao preconceito por acharem que epilepsia é "doença de louco".

E, com isso, a grana que eu estava economizando para poder ficar um tempo em Portugal foi se esvaindo. O que eu tenho hoje mal dá pra passar uma semana e meia em Lisboa. Claro, não vou ficar em hotel mas, para a Imigração, preciso ter esse dinheiro para poder passar.

E sem contar que não tenho o dinheiro pra passagem internacional, que passa dos R$2000. Minha esperança está em um irmão de um amigo meu, que tem milhas sobrando, de me repassar essas milhas, já que ele não as usa. Mas, não sei o procedimento de se transferir as milhas, se eu preciso ter conta corrente ou não, ou seja, estou desorientado.

Também mandei um e-mail para o Programa do Gugu, pretendo mandar uma carta com minha história para a Sabrina Sato (Aproveitando que ela também é daqui de Penápolis, e aparece aqui de vez em quando), já tentei uma audiência com o prefeito, e talvez eu vá atrás de um candidato a deputado. Que falta faz um Portas da Esperança...

Se alguém tiver uma ideia pra me ajudar - Preciso ir ainda este mês - e quiser entrar em contato comigo, pode postar um comentário neste blog. Agradeço desde já. ^^

Com a ajuda de vocês, esta História de Amor pode ter um final feliz.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Automobilismo na Argentina - Como Funciona

Esta postagem foi copiada de um Forum, e mostra detalhadamente como (E por que) funciona o automobilismo na Argentina. Besteira minha não ter copiado também o nome do sujeito e nem o site de onde este texto foi tirado, mas vale a informação.

"Srs.
Trabalho com competição, inclusive com produtos argentinos (somente pelo custo, não pela qualidade) e conheço um pouco do que acontece por lá.
Com o intuito de sugerir que parem de comparar o nosso automobilismo com o deles, comento:

1- É duro reconhecer, mas a Argentina tem um nível cultural da população um pouco superior ao do nosso país e a memória de seu povo é boa, que tiveram um penta campeão mundial de Fórmula 1 , no mínimo 25 / 30 anos antes que tivéssemos o nosso primeiro título.

2- Existe um incentivo fiscal aos patrocinadores, que facilita muito a obtenção de suporte financeiro a equipes e pilotos.

Em cada autódromo existe um posto fiscal, onde a cada corrida o piloto / equipe mostram a “nota fiscal” referente ao patrocínio e mediante uma chancela/carimbo deste posto fiscal, o patrocinador tem benefícios (isenção de impostos), ou seja, o patrocínio gera vantagens fiscais.

Sei de casos onde o patrocinador nem quer que seu nome esteja pintado no carro/uniformes/placas etc, basta a NF chancelada que está tudo bem! É aplicável a qualquer marca e / ou empresa. Não sei bem qual é o teto máximo de valores, mas é o suficiente para que grandes “investimentos” sejam feitos, que na verdade é o mesmo que acontece aqui com os criticados laboratórios de genéricos.


Resumiria dizendo que a lavanderia deles, no automobilismo, é maior, mais completa e atraente que a nossa.

Se o método para a sustentação/crescimento do automobilismo é válido, não julgo, apenas relatei como funciona.

E para finalizar, sobre autódromos, as últimas iniciativas (particulares) para construção de novos autódromos por aqui tiveram “emperramentos” iniciados pelo IBAMA até os órgãos de supervisão do esporte.

Oh inveja mesmo.

No canal Speed passou uma corrida lá, da “Top Race”. E o ronco dos motores então!!

Em 2005, a convite de um patrocinador que eu tinha, comum de um piloto de lá (Diego Aventin, corre sempre com algum Ford), estive em Buenos Aires (junto ao Jr da Puma 27 e do Almir Donato) para assistir uma etapa da Turismo Carretera (tradicional) . Não acreditei no público (60.000), no evento, helicópteros transmitindo, gente com bandeiras e rádio no ouvido acompanhando, etc, sem contar o ronco e o que tem embaixo das “carreteras”. Podem até ser feiosas, mas embaixo da bolha, cada “fabrica” deve ter seu próprio motor. Uma corrida eliminatória atrás da outra em intervalos não maiores de 10 minutos, categorias de acesso (TC Pista) e torneios monomarcas Ford Focus e Fiestas.

Imaginem a TC2000 e a TOP Race, então!!
A economia que gira em torno do automobilismo lá é espantosa."

E aí, chefes de Federaçãoes? Aprenderam ou ainda tá difícil?

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

CAMPANHA de REATIVAÇÃO do CIRCUITO de INTERLAGOS ANTIGO



REFORMA
Desde a grande reforma de Interlagos terminada no final de 1989, na gestão da prefeita Luiza Erundina, em que a pista foi literalmente mutilada, a comunidade automobilística não pára de lamentar a decisão.
O traçado da pista do autódromo paulistano era magnífico sob todos os pontos de vista, elogiado em todo o mundo. Com seus quase oito quilômetros, era desafiante em inúmeros pontos. Suas curvas de vários tipos, de alta e de baixa velocidade, certamente contribuíram em muito para a formação do piloto brasileiro, notadamente Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet em seus anos de formação.
Pode-se creditar ao Interlagos antigo o sucesso dos pilotos brasileiros no exterior, não apenas o desses dois que acabaram conquistando o título mundial de Fórmula 1, trazendo-o para casa nada menos que cinco vezes, mas de todos os que correram na Europa, sempre com sucesso.

Como diz o grande ex-piloto Bird Clemente, "piloto brasileiro hoje é uma grife".


PORQUE FICOU MENOR
A pista foi drasticamente reduzida, de 7.960 M para 4.309 M . Até aí compreensível, graças ao desempenho fantástico da Fórmula 1 e normas de segurança.
O que ninguém esperava era a redução da pista siguinificar abandono completo da original, ao contrário do que fora feito no Circuito de Nürburgring, na Alemanha em que foi construído um menor, de 4,5 km para a Fórmula 1, porém mantendo intacto o anterior de 22,8 M, 189 curvas.
Interlagos reformado, imaginava quem vivia em torno do automobilismo, significaria ter sido mantido o antigo, com seu miolo e anel externo, mais um novo e curto traçado que atendesse às necessidades da Fórmula 1 moderna.
Quando se soube que o traçado antigo seria abandonado para sempre, houve grande decepção. Entretanto, a luta para que isso não fosse feito foi pequena e muitos pilotos e pessoas envolvidas com o automobilismo até hoje se arrependem disso.
O Desejo do Brasil, que se tornou referência mundial na Fórmula 1, títulos, vitórias, mitos eternos, nos fazem repensar a trajetória.


RETORNO
O retorno de Interlagos à plenitude é um anseio de todos que militam no automobilismo e até daqueles que já não pilotam mais.
Estudos demonstram ser viável reativar o traçado antigo, sem nenhuma interferência com o atual de Fórmula 1, uma vez que praticamente tudo do original continua a existir, estando apenas desativado.
O único ponto do circuito antigo que exigirá mais trabalho será a Curva do Sargento, uma vez que ali foi construída uma quadra poliesportiva na gestão Marta Suplicy (sem uso atualmente). Mas não é nada que não possa ser resolvido.
Restabelecido o circuito original, poderão ali ser realizadas as famosas provas de longa duração, com toda a sua grandiosidade e espetáculo, hoje eclipsados pela pista de apenas 4,5 km de extensão que, inclusive, limita bastante o número de carros na largada.
O "Super Interlagos" representará a reafirmação da excelência e da supremacia de São Paulo como o maior centro de automobilismo do Hemisfério Sul.
Será possível, na mesma área, dispor-se de três circuitos em vez do único atual, com várias opções de traçado a saber:
FÓRMULA 1
ANEL de VELOCIDADE
CIRCUITO ANTIGO


Campanha de Reativação do Circuito de Interlagos Antigo
Você, como praticante ou entusiasta do automobilismo, paulistano ou não, pode participar desta campanha pondo seu nome completo, número de um documento de identidade e sua assinatura.
Este abaixo-assinado será levado à administração do Município de São Paulo.

Obrigado pelo seu apoio!

A idéia vem de 2.007, em 2.008 se iniciou o abaixo assinado.
Jornalistas, Pilotos de todas categorias, nomes como Nélsinho Piquet, Wilsinho Fittipaldi, o Presidente da FASP, Rubens Carpinelli, Preparadores e Mecânicos aderindo.
São quase já 2.000 assinaturas coletadas, sendo esta a maneira jurídica de ser enviada a administração do Município de São Paulo, onde contatos estão sendo realizados.

OBSV.
"Cole o texto, imprima, obtenha assinaturas, e envie para":

World Copy
Rua Cesário Mota, 13. Bairro Boqueirão - Santos - S.P. Cep: 11045-040
Aos Cuidados de Daniela ou Júlia

Novamente, Obrigado pelo seu apoio!

Comissão da campanha Pró-Reativação do Autódromo de Interlagos Antigo, formada por Francisco Lameirão, Ingo Hoffmann, Paulo Gomes, Bird Clemente e Bob Sharp.

Texto copiado do Blog oficial da campanha de reativação total do circuito, o Pró-Interlagos.